Já ouviu falar de Vik Muniz? O artista plástico brasileiro é um dos grandes destaques da arte contemporânea por fazer inusitadas combinações de, nas palavras dele, um imenso “banco de imagens da humanidade” com diferentes materiais, como geleias, açúcar, fios, arames, pigmentos, sucata, brinquedos, diamantes… Tudo isso é visto como um recurso alternativo para formar as imagens que, depois de prontas, são fotografadas.
O resultado é um trabalho que transborda sensibilidade e criatividade. Abaixo, uma pequena galeria com trabalhos de Vik, cuja última exposição – “Vik” passou pelo MAM – Rio no início do ano. Nas legendas, você confere quem são os personagens e o material utilizado.
Não há melhor descrição para Silvia Machete do que a publicada em seu site oficial:
A carioca Silvia Machete trocou o Rio de Janeiro pelo picadeiro e saiu mundo afora dependurada num trapézio, fazendo malabarismos, palhaçada e comendo muita banana. Já se apresentou em mais de 30 países, ganhando prêmio e colhendo louros (e alguns morenos também). A sete anos atrás, trocou a banana pela maçã e foi morar em Nova Iorque, onde reside e trabalha. É lá no East Village, bairro boêmio novaiorquino, que se pode ver Silvia, com seus bambolês, seu vestidinho vermelho e violão debaixo do braço.
Em suas apresentações, ela consegue misturar o que mais gosta de fazer: divertir o público, bambolear seus 20 bambolês, e, claro, cantar composições próprias (e impróprias) – sempre romântica, mas com um pé no humor. No verão de 2006, Silvia Machete voltou ao Rio para apresentar o show “Cabaré Bamolê” (e pegar uma praia, claro) e pra gravar seu cd “Bomb of Love”, reunindo um time de feras: Rubinho Jacobina (piano), Nelson Jacobina (guitarra), Domenico Lancellotti (bateria) Stephane San Juan(percussão), Rodrigo Bartolo (baixo) e Thiago Charbomez (trompete).
Pra quem ficou com curiosidade de assistir ao show super performático de Silvia, fica aí um gostinho: