Nos episódios anteriores: há algumas semanas publicamos aqui no Blog um review sobre o começo de “Falling Skies”, lançados em sequência, no dia 19 de junho. A série estreou cheia de expectativas, já que ninguém menos que Steven Spielberg estava por trás da produção. Além disso, o argumento de “Falling Skies” era bastante promissor: a terra foi sofreu uma invasão alienígena e os humanos iniciam uma grande batalha pela sobrevivência. Resumindo, esperávamos uma espécie de “The Walking Dead”, onde os zumbis sairiam de cena para a entrada dos aliens.
Ok, a série estreou e… Bem, não foi aquilo tudo que esperavam. Os efeitos especiais ficaram muito abaixo da expectativa, a trama parecia confusa nesse início, com algumas falhas no roteiro, e a velha ausência de um “algo mais”. A trama simplesmente não convenceu no início, tampouco chegou perto. Assisti ao primeiro episódio e só tive ânimo de seguir para o segundo uma semana depois. Da mesma forma, custei a engrenar o terceiro, mas quando assisti, tive uma grata surpresa. Agora a coisa toda começava a funcionar. Aí sim dei uma chance a “Falling Skies” e digo: valeu à pena! (mais…)
Zack Snyder começou em Hollywood como um iniciante promissor, quando lançou Madrugada dos Mortos; ganhou o status de visionário ao dirigir a adaptação de 300; hoje, em meio a derrapadas (os criticados Watchmen e A Lenda dos Guardiões), tenta se manter como uma realidade no mundo louco e inconstante da sétima arte. Para isso, Snyder foge dos clichês e investe em projetos revolucionários, com forte apelo visual. Esse é o caso de Sucker Punch, que no Brasil recebeu o subtítulo “Mundo Surreal”.
A nova viagem do diretor tem estreia internacional marcada para o dia 25 de março, mas antes disso um carnaval de cenas de ação, imagens e boatos andam circulando pelos quatro cantos da grande rede. Andam dizendo que a reação do público em uma exibição de teste não foi das mais positivas, o que pode pôr tudo a perder nessa mega produção. Em meio ao disse-me-disse, certo mesmo é que as prévias que tivemos do filme chamam bastante a atenção pela qualidade e riqueza de recursos. Em resumo, tudo o que vimos até agora é fantástico (em infinitos sentidos da palavra).
A trama de Sucker Punch é uma fantasia épica, que acontece dentro da imaginação mais do que fértil de uma garota que foi internada em um hospício pelo seu padrasto. A jovem encontra nos sonhos a irônica fuga do pesadelo que é sua realidade e para isso conta com a companhia de outras jovens na mesma situação. Viagem total saída da cabeça de Zack Snyder, que também assina o roteiro.
Saiu nesta semana o terceiro trailer do projeto, que você pode (e deve) assistir e tirar suas próprias conclusões:
Esse minuto e meio de vídeo pode nos levar a duas conclusões. Primeiro: sim, são muitas imagens, cenas de ação, inimigos e explosões, que nos fazem pensar em como isso tudo pode caber (e principalmente fazer sentido, dar liga) em cerca de duas horas de exibição. Segundo: apesar da primeira conclusão, ao terminarmos de assistir ao trailer é difícil não pensar em “como isso tudo junto pode resultar em um filme ruim”. E essa última suposição pode ser a grande verdade em torno do filme se for levado em consideração o fato de se tratar de um filme de entretenimento.
Além dos trailers, está no ar o siteoficial do filme, que é um espetáculo à parte. Lá é possível encontrar várias imagens, conteúdo interativo e mais um bocado de elementos. Entre eles, as artes conceituais das personagens.
E aí, quais as suas expectativas para Sucker Punch? Podemos confiar em Zack Snyder, que, além de tudo, é o diretor do novo Superman? Como dizem por aí, só o tempo vai dizer.
Muito falada, a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais ainda está em processo de evolução, principalmente em relação às que tem deficiências visuais e auditivas. Entretanto, mais uma vez a tecnologia se mostra aliada no processo de evolução.
Inspirado em um pesquisador deficiente visual, que se queixava da falta de informações gráficas, o pesquisador Baoxin Li, iniciou seu trabalho no desenvolvimento de um programa que transforma fotografias comuns em imagens que podem ser “vistas” por pessoas com problemas de visão.
O processo usa um algoritmo que captura as linhas essenciais para a percepção de um rosto e forma uma imagem que pode ser impressa em alto relevo. Nem todas as expressões são traduzidas no processo, devido a possibilidade de poluição tátil.
Para que o processo seja completo e traga o resultado esperado, uma impressora tátil, que capta a imagem em menos de um minuto, é usada.
Por enquanto, só rostos têm o resultado esperado, mas estudos já realizam experiências com mapas em alto relevo. Essas impressoras são encontradas somente em instituições especializadas nesse tipo de deficiência.
O resultado de uma inovação como essa é a real inclusão social, em seu sentido cada vez mais amplo. E é assim que a evolução se dará.
Todo mundo há de concordar que experiências musicais não são só auditivas, né?! Mesmo desconsiderando videoclipes e apresentações ao vivo… todos acrescentamos ao que ouvimos alegorias bem pessoais! Uma música pode te fazer lembrar de um momento muito feliz, do bolo de cenoura com calda de chocolate da sua avó, do cheirinho daquela chuva, da roupa que você vestia naquela festa, do perfume do seu namorado, e por aí vai. Pensando nisso, o Music + Pixels cria uma série de imagens baseadas em letras de músicas! Como o site é gringo, não dá pra encontrar nada em português… Entretanto, podemos tentar fazer nossas imagens, inspiradas em nossos próprios imaginários!
Confesso que olhei um por um, de tão genial que achei! Abaixo, vão alguns dos bons casamentos entre imagem e letra. Ah, e os nomes das músicas acompanham link pro YouTube, pra que vocês possam ouvir e opinar.
Favoritos. Todo mundo tem um monte que quebram um galho e tanto na hora do aperto, que dão fim ao tédio nas tardes de domingo, que dão uma forcinha na crise de criatividade… E esses sites que temos salvos nas nossas queridas listinhas acabam por ser imensos bancos de imagens e vídeos, não acham?!
Admita, vai: sempre tem aquele post que você viu no blog de um amigo, ilustrado com uma imagem super bacana que você gostaria de mostrar pra alguém, certo? O pessoal que criou o We Heart It certamente pensa assim!
O serviço é pra lá de simples. Você se cadastra e adiciona o botão “We Heart It” à sua lista de favoritos. Sempre que encontrar uma imagem ou um vídeo legal e quiser compartilhar com os demais usuários do WHI, é só clicar no botãozinho que você adicionou no seu computador. Ah! E não se esqueça de adicionar tags relacionadas com a imagem/vídeo que você escolheu. O site conta com um sistema de busca que torna tudo ainda mais mão-na-roda para os internautas. Vale o clique!