julho 9, 2011

Da série “Camisetas que gostamos de ver por aí”

por Vitor em Chico Rei

Atenção, atenção! Você vai ler agora uma notícia que, definitivamente, vai mudar o mundo das internets. Com o humor ácido de sempre, o site Kibe Loco se juntou a Chico Rei para trazer uma série de camisetas pra lá de bacanas, que vão deixar você sempre com aquela piadinha preparada para cada momento.

Se a Barbie te convidar para um churrasco, pense duas vezes antes de aceitar: o molho especial da boneca pode ser um tanto indigesto, pergunte para o coitado do Ken. Mas se o remetente do convite for o ilustre Mussum, não hesite em participar. E não pense que é Ego Trip, afinal, Mumu da Mangueira sabe bem como aproveitar com malemolência os prazeres dessa vida. Desce o mé, cacilds!

Curtiu? E saiba que essa é só a primeira rodada. Em breve, mais filhos dessa parceria que já é clássica chegam por aqui. Aguarde! Você pode não saber, mas você e essas camisetas foram separados no nascimento. Corra para garantir a sua:

www.chicorei.com

julho 1, 2011

Pelé ou Maradona – Quem é o Rei do Futebol?

por Vitor em Chico Rei, Curiosidades

Religião, política e futebol não se discute. Certo? Que nada! Futebol se discute, sim! Principalmente quando envolve rivalidade. Seja em âmbito regional, nacional ou internacional, qualquer torcedor que se preze compra a briga e parte para calorosos momentos de argumentação. E nenhuma rivalidade nesse nosso mundão é maior que Brasil e Argentina. Você até pode criticar a nossa seleção, mas deixa algum argentino falar alguma “cosita” sequer para ele ver. Aqui nã0, hermano!

Essa discussão extrapolou territórios, tornou-se patrimônio mundial e rompeu gerações. Os dois países não disputam apenas qual é o melhor no futebol, a contenda fica quente também na hora de apontar o melhor jogador de todos os tempos. Pelé ou Maradona, qual dos dois é o verdadeiro Rei? Essa questão parece não ter resposta. Agora chegou a vez de decidir quem merece a coroa do esporte mais popular do mundo:

E você, arrisca algum palpite? ;)

março 18, 2011

American Pie 8 reunirá os bons e velhos personagens

por Amanda Dias em Filmes

Você pode até não gostar, mas provavelmente já assistiu a alguma parte dos sete filmes lançados pela cinessérie American Pie.

A série foi inicialmente projetada para ser uma trilogia, mas com o sucesso dos três primeiros filmes a franquia se estendeu e hoje a produção de seus oitavo filme já está em estágios iniciais, para voltar com tudo. Depois de alguns anos sem seus personagens originais, o próximo longa ressucitará alguns dos nomes mais famosos do primeiro filme, “American Pie – A Primiera Vez é Inesquecível”, são eles: Jason Biggs (Jim Levenstein),  Seann William-Scott (Stifler) e Eugene Levy (o pai de Jim).

O nome do oitavo longa parece já estar decididocomo “American Pie Reunion” e pretende alavancar novamente o nome da série, que anda meio balançado com os últimos filmes, que não tiveram muita repercussão. Sendo assim, se você ainda insiste am falar que não gosta desse tipo de filme, assitir pode ser um grande remédio para mudar de opinião. Ou não! Seja lá qual for a sua decisão, enfrente as coisas sempre no bom humor!

Ah, mas outros antigos nomes da série que estreou em 1999 estão em negociações e também devem voltar, como Thomas Ian Nicholas (Kevin Myers), Tara Reid (Vicky Lathum), Chris Klein (Chris ‘Oz’ Ostreicher), Mena Suvari (Heather) e Jennifer Coolidge (a mãe do Stifler). Será que teremos mais da velha fórmula?

Para matar as saudades o trailler do “American Pie – A Primiera Vez é Inesquecível”:

março 10, 2011

Chicoteando pelo Mundo – Março de 2011

por Vitor em Chicoteando pelo Mundo

Salve salve, comunidade! Como dizem por aí, o ano só começa depois do Carnaval, certo? Não sabemos, mas podemos afirmar que aqui na Chico Rei já começou faz tempo. Estamos ligados em 220 volts, voando baixo e trazendo novidades sem parar. Lançamentos, mudança de estúdio, muitos e muitos planos… Enfim, continuamos chicoteando a todo vapor. Falando em chicotear, teve uma galera que andou bem na fita por aí. Vestiram nossa camisa, literalmente. Conseguiu flagrar algum deles? Fique tranquilo que a gente vai mostrar alguns aqui para vocês!

Primeiro, vale sempre destacar o multimídia Fernando Caruso, que se mostrou um grande fã dos Beatles. Viu ele em algum lugar vestindo a camiseta Lennon? Pois é, nós vimos no programa Esquenta, da Rede Globo e no De Cara Limpa, do Multishow. Isso sem falar nos shows pelo Brasil a fora. Dá uma olhada aí:

Outra fera do humor que andou de Chico Rei por aí foi o Murilo Couto. Começou no material de divulgação do primeiro solo de Stand-Up Comedy dele, com uma camiseta Clichê em primeiro plano. Uma grande honra para nós, diga-se de passagem. E não ficou só nisso: no último sábado, dia 5 de março, o Murilo foi um dos jurados da Musa do Carnaval 2011, do Caldeirão do Huck, e adivinhem o que ele estava vestindo? Acertou quem disse Chico Rei. Dá uma olhada nele vestindo a camiseta Colors Of Rock:

Além desses dois grandes nomes do humor brasileiro, aparecemos na novela Malhação:

E não ficamos só nas TVs e nos espetáculos de comédia, afinal, também gostamos muito de uma boa leitura. E se você é daqueles que lê várias revistas, é bem possível que tenha visto a gente na edição de março da Vida Simples, que é voltada para aqueles que querem viver mais e melhor. Na edição deste mês, saiu uma matéria sobre jogos e lá estávamos nós, muito bem representados pelo adesivo Pac Man. Não viu? A gente dá uma prova. E se quiser ver mais, corre lá na banca, porque a edição está muito bacana:

Continue de olho e se vir alguma Chico Rei por aí, avise a gente. Até a próxima!

março 4, 2011

Meia Hora de Risadas

por Vitor em Curiosidades

“Polícia dá sacode e mete em cana safado que tava tocando o terror. O pilantra tentou fugir pro estrangeiro, mas vai ficar malocado no xilindró”. Até parece papo de botequim, mas essa frase pode ser facilmente encontrada em muitas bancas de jornal do Brasil. O que no início gerava espanto, já faz parte do dia a dia de muita gente. Afinal, o que seriam dos leitores de manchetes se não estivesse lá, em meio a tantas outras, a capa do jornal Meia Hora?

Tudo começou com uma grande dúvida: como fazer um jornal popular de pequena circulação se destacar entre tantos outros já consolidados no mercado editorial brasileiro? A resposta veio em forma de criatividade, ousadia e doses de sensacionalismo. Lançado em setembro de 2005, a tiragem inicial do Meia Hora era de 50 mil exemplares por dia e a edição custava apenas 50 centavos. O conteúdo se mantém o mesmo desde então, focando normalmente nos assuntos futebol (com uma visão apaixonada e um tanto parcial), mulheres (com leve predominância das frutas), celebridades (privilegiando sempre os fatos mais escabrosos de suas vidas) e crimes (os mais sangrentos e inusitados, de preferência).

Com três meses de circulação, o pequeno jornal conseguiu triplicar sua tiragem. Hoje, em tempos de internet e queda nas vendas dos periódicos, aproxima-se dos 250 mil exemplares diários, conquistando a medalha de bronze do jornalismo carioca, ficando atrás apenas de O Globo e do Extra, ambos pertencentes às Organizações Globo. O Meia Hora faz parte do grupo O Dia, do qual também fazem parte o jornal de mesmo nome, uma rádio FM, um portal na internet e uma agência de notícias. Fato mais do que louvável, o jornal conseguiu sobreviver fora do monopólio da Globo fazendo graça.

Nada passa batido pela equipe de redatores do Meia Hora. Seja a prisão de algum traficante de nome diferente, como o Batman, que “fugiu voando de Bangu 8”, ou quando Saddam Hussein morreu “com a corda no pescoço”.  A opção por um vocabulário descontraído levanta uma questão: a forma de abordagem do jornal atrapalha o entendimento das notícias? A resposta pode ser vista na prática e está na ponta da língua de muita gente: claro que não! Muito pelo contrário, o Meia Hora consegue a façanha de levar um pouco mais de informação para um público normalmente desinteressado por esse meio de comunicação.

Agora, nada melhor do que dar uma conferida (e garantir boas risadas) em algumas capas, que já se tornaram clássicos da cultura moderna:

Quer ver mais? Clique aqui. Agora já sabem que de manhã é hora de ir na banca conferir a capa do Meia Hora. ;)

fevereiro 24, 2011

Dica de Rei: não seja o primeiro a dançar em filmes de terror

por Vitor em Dicas de Rei

Imaginem a cena: um bando de jovens está viajando estrada a fora, com muita curtição, música alta e pegação. O pneu do carro fura subitamente. Eles se dividem em grupos. Um vai ficar no meio da estrada bebendo e esperando uma boa alma aparecer. Outro, normalmente um casal, sai em busca de “privacidade”. Por último e não menos importante, os marotos, que vão entrar no meio da floresta sombria em busca de ajuda, porque eles não têm uma chave para trocar o maldito pneu. Todo mundo já está cansado de saber o que vai acontecer depois, menos os jovens inocentes, que vão morrendo um a um, começando sempre pela teen-burra-e-fútil-com-roupas-curtas ou pelo engraçadinho-mala-metido-a-sabe-tudo. No final, sobram a boazinha toda suja e o projeto de herói quase morto.

Já viu isso em algum lugar? Pois é, nós também. Esse é o tipo de filme em que o espectador sabe como todas as mortes vão acontecer. Neles, ninguém nunca confere se o zumbi está realmente morto, todo mundo é corajoso o suficiente para sair da cabana mesmo sabendo que o serial killer estará esperando e ninguém liga a mínima para lugares escuros e com sons estranhos. Afinal, o que seria dos filmes de terror se não existissem os velhos clichês? O vídeo abaixo mostra uma cena do primeiro Pânico e desde o início dela sabemos que a coisa vai ficar feia para o lado da garota:

Graças a toda nossa onisciência e conhecimento sobre esse tipo de filme, resolvemos prestar um serviço de utilidade pública: preparamos uma camiseta com um Manual de Sobrevivência para filmes de terror. Isso mesmo, estamos dispostos a evitar que mortes toscas e previsíveis aconteçam a todo o momento. A intenção não é fazer com que eles não tenham mortes, mas com que elas sejam, no mínimo, mais criativas. Justo, não é verdade?

Aproveitando o embalo, preparamos uma pequena lista de cinco filmes onde nosso Manual seria de grande ajuda:

- Jason, do número um ao… são quantos mesmo?

- Todo Mundo Quase Morto (Shaun Of The Dead, se preferir), Madrugada dos Mortos, ou qualquer outro que tenha um apocalipse zumbi;

- O Massacre da Serra Elétrica. Tanto faz, pode ser o antigo ou o remake, as mortes são óbvias do mesmo jeito. Um clássico;

- Olhos Famintos e a clássica pergunta “por que o carro sempre precisa quebrar no pior momento?”;

- Para fechar, qualquer um da franquia Pânico. Afinal, todos são bem parecidos e muito divertidos.

Nossos Chicotes são atacados por uma dupla de zumbis

E aí, preparado para desbravar os clichês do terror e do suspense? Antes, fique com a abertura de um filme que já nasceu clássico: Zombieland!

março 29, 2010

Lego pra que te quero!

por Nara Mourao em Curiosidades

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Com quantas peças de Lego se faz uma das mesas mais legais do mundo? Os arquitetos da abcg respondem à questão num projeto para a agência de publicidade Boys & Girls, de Dublin. São precisamente 22.742 pecinhas de Lego sob uma estrutura de aço inoxidável coberta por vidro temperado formando uma confortável e divertida mesa de reuniões. O logotipo da agência foi incorporado ao tampo e cadeiras transparentes deixaram o ambiente ainda mais interessante. No vídeo abaixo é possível acompanhar o processo de montagem dessa mesa que mais parece brincadeira de criança.

 

Lego Table – abgc from abgc-android on Vimeo.

março 18, 2010

Heróis de guerra

por Nara Mourao em Curiosidades

Batman acompanhando Fidel Castro, Homem-Aranha numa avenida parisiense em plena Segunda Guerra, Super Homem entre soldados americanos que carregavam obras de arte antes roubadas pelos nazistas e Darth Vader (herói ou vilão?) assistindo à conversa de Winston Churchill, Franklin Roosevelt e Josef Stalin, será possível? O ilustrador e fotógrafo indonésio Agan Harahap prova que os super heróis tiveram participação ativa na Segunda Guerra Mundial nas divertidas fotomontagens da série Super Hero. Confira o álbum completo para descobrir de que lado da força eles estavam!

MATS Terminal Washington 1959 por agan harahap.

Cherbourg-Normandy 1944 por agan harahap.

Neuschwanstein 1945 por agan harahap.

Yalta Conference,  February 1945. por agan harahap.

janeiro 27, 2010

Chicundum – Nova coluna semanal

por Tiago em Chicundum, Música

Olá, fui convidado pela Chico Rei pra falar sobre um dos assuntos que mais me interessa. Meu nome é Tiago Vieira, tenho 26 anos, sou vocalista, guitarrista e compositor da banda HIBRIDA e posso dizer que a música está presente na minha vida desde muito pequeno. Aprendi que constantemente experimentamos (nós e a música) um ciclo de influência mútua e que, assim como a vida, para a música são as pequenas descobertas que fazem a diferença. A partir de hoje, minha coluna no blog da Chico Rei vai te mostrar toda semana um pouco das novidades e curiosidades do mundo da música. Aproveitem.

Bom, deixando as formalidades de lado, vamos ao que interessa!

Já parou pra pensar em como a música está presente em cada momento da nossa vida?

Toda melodia tem um significado único pra cada pessoa, influenciando diretamente nosso humor, nosso comportamento, nossa maneira de ser, consumir, vestir, etc. E a recíproca é verdadeira. Muitas vezes todos estes fatores é que decidem o estilo de música apropriado para cada momento.

De qualquer forma, está mais do que provado que os seres humanos têm a música dentro de si e que não podem viver sem ela. Neste vídeo o músico e pesquisador Bobby McFerrin demonstra que independente de estudar ou conhecer música tecnicamente, as pessoas são capazes de produzir sons e melodias incríveis.

novembro 11, 2009

Made in Japan!

por Nara Mourao em Chico Rei

Patenteado em 1952, o código de barras, criação dos norte-americanos Norman Woodland e Bernard Silver, só foi utilizado comercialmente a partir de 1974. No dia 7 do mês passado, o Google prestou sua homenagem ao aniversário do sistema, modificando o  conhecido logotipo por uma estampa que pode ter sido a palavra Google codificada.

Na história recente desse sistema, os japoneses deram uma divertida contribuição ao tornar os códigos menos previsíveis e burocráticos. A Design Barcode foi uma das responsáveis por essa revolução.  Para ver os produtos de origem e os códigos personalizados lado a lado, clique aqui. Em alguns deles, a única dúvida é se dá para localizar rapidinho ao passar pelo caixa, deve ser como brincar de Lince.

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