Durante toda a história, o cinema recorreu à realidade para contar histórias. São tantas as vezes que isso aconteceu que, no momento em que o “baseado em uma história real” ganha a tela, não há mais surpresa ou espanto. Natural, uma vez que existem histórias fantásticas ao redor do mundo, prontas para serem reproduzidas. Então, o que dizer sobre um filme baseado em um meme da internet?
Esse é o caso de “Bad Ass”, estrelado pelo mexicano mais casca grossa de Hollywood, Danny Trejo. O roteiro teve como base uma história muito conhecida entre os internautas. Tudo começou quando alguém filmou uma discussão entre dois passageiros de um ônibus, em Oakland, nos Estados Unidos. O brigão da história era jovem e um tanto implicante, enquanto seu “alvo” era um senhor de sessenta e tantos anos, que de inofensivo não tinha nada. O mais inusitado da situação é o momento em que, cansado de aguentar as provocações, o senhor dá uma surra em seu oponente. Nascia ali o Epic Beard Man, um meme de sucesso em todo o mundo. Assista ao vídeo para ficar por dentro:
O grande desafio da equipe de roteiristas do longa foi arranjar um mote que transformasse um acontecimento cotidiano (apesar de inusitado) de poucos minutos em um longa metragem. A solução encontrada foi transformar o protagonista em herói local, defensor dos fracos e oprimidos, algo que, dadas as devidas proporções, aconteceu na realidade, vide a repercussão do vídeo original. Sem mais delongas, confira o trailer de “Bad Ass”:
O filme ainda conta com Ron Perlman no elenco e é dirigo por Craig Moss. A estreia está marcada para o próximo dia 24 de abril e é possível que seja lançado direto em DVD. Esperar para ver!
Cansado de horas e horas de aulas de História? Não sabe onde mais guardar aquela pilha de livros? Pois bem, nós temos uma solução divertida para você conhecer de cabo a rabo a história do mundo. A abertura do seriado The Big Bang Theory já mostra de forma divertida, com letra, música e imagens, toda essa epopéia, e agora a banda Kalle Mattson também abraçou essa empreitada.
Pensa que a semana está chegando no fim? Não vai ver nada de novo nesses dias? Pois saiba que você está muito enganado! Prepare-se para conhecer três novidades muito bem-humoradas!
Dando continuidade à nossa parceria com o Kibe Loco, desvendamos de uma vez por todas uma das lendas urbanas mais antigas do Brasil. Com sangue nos olhos, um certo Zé não curtiu muito quando pediram para elemanter a calma. Vai entender?
Para dar uma aliviada no clima pesado, o messias dos novos tempos dá as caras e mostra ser um exímio jogador de sinuca!
Faz um bom tempo que animações deixaram de ser coisa de criança. Desde clássicos, como “Akira”, até obras brilhantes da Pixar, muitos destes filmes conseguem deixar marmanjos de várias idades com os olhos cheios de lágrimas. E não é para menos, uma vez que suas histórias são carregadas de metáforas e lições que se aplicam facilmente à vida de qualquer um. Hoje, coincidentemente no Dia das Crianças, vamos apresentar um curta-metragem independente que poderia muito bem figurar entre grandes produções de estúdios consagrados.
O filme se chama “Danger Planet” e tem história semelhante à de “Wall-E”, uma das melhores produções do estúdio que passou pelas mãos de Steve Jobs. Assim como o longa da Pixar, o grande trabalho de “DP” é transmitir sentimentos e falas através do olhar e do gestual de seus personagens, um patrulheiro espacial e uma piloto. Muito mais do que fofinho, o curta é emocionante e consegue arrancar suspiros daqueles que assistem a ele. Está curioso? Então solta o play:
Tudo começou em um dia como hoje, igualmente 15 de agosto, na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. O ano era 1969, época em que fervilhava o movimento hippie. Ano em que os sentimentos de rebeldia, insatisfação e busca pelo “algo mais” encontravam espaço e aceitação. Era a contracultura que fazia a cabeça de jovens que, também em 1969, conseguiam se encontrar em “Easy Rider”, de Dennis Hopper. Um olhar cético facilmente perceberia que nada daquilo poderia dar certo. Mas no meio daquelas quinhentas mil pessoas não havia espaço para qualquer resquício de ceticismo. Não no Festival de Woodstock. Ali, entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, onde além de paz, amor e música, também estava sendo feita uma parte importante da história da humanidade.
“Havia a música, a ideia de rejeitar o resto do mundo e viver de maneira natural. Havia a cultura das drogas, a posição contra o governo, especificamente sua política para o Vietnã. E tudo se agrupou naquele momento.”, disse o cineasta Martin Scorsese. Também havia lama, muita lama. Graças a uma quantidade inesperada de chuva, a fazenda do novaiorquino Max Yasgur ficou tomada pela lama. Problema? Nenhum! A sujeira foi apenas mais um elemento da festa. Hoje é impossível imaginar o que seria de Woodstock sem aquele lamaçal. Nada seria capaz de atrapalhar o clima do evento. E nada atrapalhou!
O sucesso foi, em partes, inesperado. O grupo de organizadores, encabeçado por Michael Lang, esperava cerca de 200 mil pessoas. No entanto, o planejamento não contava com a adesão de outras 300 mil pessoas, totalizando meio milhão de espectadores. É claro que houve percalços. Com público muito além do previsto, não demorou muito para faltar água potável, alimentos, boas condições de higiene e mais algumas pessoas que não conseguiram, literalmente, “segurar a onda”. Tudo ao ponto de o governo do estado ameaçar mandar a Guarda Nacional terminar o evento, situação que foi prontamente revertida.
Mas no final das contas, quem se importaria com alguns pontos negativos, por mais complexos que fossem? Tinha Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, Janis Joplin, Joe Cocker, The Who, Joan Baez, Crosby, Stills, Nash & Young e muitos outros. Ah, claro… Também tinha Jimi Hendrix! Não tinha Beatles, The Doors e Led Zeppelin, três grandes nomes da época, mas hoje, 42 anos depois, quem se importa?
Todos os problemas e ausências são facilmente esquecidos quando falamos de algo tão grandioso quanto Woodstock. O festival não era apenas música, não era apenas um bando de loucos curtindo, não era apenas a negação ao sistema. Era um ideal de vida, que encontrou o seu lugar em uma das formas mais sinceras de expressão. Naquele microcosmos, tudo era possível. E graças a esses “3 Days Of Peace & Music”, podem ter certeza, o mundo é um lugar diferente. Tudo deu certo. Por isso, vamos celebrar!
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E agora você pode ter um pouco de Woodstock na sua casa!
Homenageando os 42 anos do maior festival de música de todos os tempos, temos uma novidade bacaníssima: todos os pedidos vão levar um pôster exclusivo pra lá de bacana, para todo mundo ter um pouco de paz, amor e boa música em casa. Você não precisa fazer nada, basta comprar suas camisetas da Chico Rei do jeito que já está acostumado e pronto! Um pôster lindão será enviado sem nenhum custo extra. Mas atenção: a tiragem é limitadíssima, então não perca tempo. Garanta já seu ingresso!