dezembro 12, 2011

4 Novas + 2 Reprints para Papai Noel ficar feliz!

por Vitor em Chico Rei

Em dúvida sobre o que dar de presente de Natal? Garantimos que esta nova coleção vai tirar qualquer interrogação de sua cabeça!

Dois ídolos brasileiros recebem homenagens mais do que merecidas: Doutor Sócrates e Luiz Gonzaga estão mais garbosos do que nunca! Esbanjando estilo, as Pin-Ups garantem seu merecido espaço, mostrando que não é só uma melancia na cabeça que chama atenção.

Encerrando por hoje, dois reprints muito desejados dão as caras: Darth Vader e Amy Winehouse!

Garanta sua dose diária de garbosidade, chega mais!

outubro 14, 2011

#OrgulhoNerd – Futebol e Video Game!

por Vitor em Chico Rei, Games

Futebol é paixão nacional! E paixão não vê barreiras para se manifestar. Seja no estádio, no campinho do bairro ou no vídeo-game, poucas coisas são tão boas quanto a adrenalina que precede o grito de gol. Nós também somos apaixonados por futebol. Pelo real, pelo virtual, belo bonito, pelo sofrido, pelo truncado… Enfim, vestimos a camisa!

Da mesma forma, o orgulho nerd bate forte por aqui. Daí pensamos: e se juntássemos ambas as paixões? O resultado foi a primeira TV 3D portátil do mundo, solta o play:

Curtiu? Pronto para uma partida? Bola pro mato que o jogo é de campeonato!

julho 19, 2011

Dia Nacional do Futebol: uma brincadeira e uma homenagem. Entre em campo!

por Vitor em Chico Rei

Em meados de setembro de 2008, o então técnico do Flamengo Caio Júnior disparou, após receber uma avalanche de vaias e gritos nada elogiosos por parte da torcida, a seguinte frase: “Todo técnico é um burro em potencial”. E se nós, torcedores inflamados, pararmos para pensar um pouco, a reflexão do treinador é uma grande verdade. Analisemos: se o time está naquela fase que nada parece ser capaz de tirá-lo do topo, o técnico é um gênio, cai nas graças da torcida e é idolatrado. No entanto, se a fase é ruim, a bola não entra, a zaga bate cabeça, o juiz não ajuda, a culpa cai toda no colo do pobre comandante, que passa a ser perseguido pelo bullying (sim, está na moda) por parte dos torcedores. O futebol é injusto, amigos. É aí que reside a graça da coisa.

Se você é habitante deste planeta e teve qualquer contato com o mundo nas últimas 24 horas, sabe que a nossa Seleção, aquela de tantas glórias e feitos, caiu diante do Paraguai nas quartas-de-final da Copa América. Derrotas são normais, porém, a do Brasil foi, digamos, bizarra. No tempo normal, não conseguimos fazer um gol sequer na mediana seleção paraguaia, apesar de jogarmos muito melhor. Jogo na prorrogação, nada de gol. Então a partida foi para os pênaltis, onde a coisa ficou feia de verdade: quatro cobranças e NENHUM gol brasileiro, nem aquele de consolação, nada! Uma vergonha, podemos dizer.

Não demorou muito para a campanha #VoltaDunga ganhar a adesão de milhares de pessoas nas redes sociais, uma grande ironia se pensarmos que essa mesma torcida clamou por sua saída do comando da Seleção Canarinho ao colocar no topo da rede a hashtag #DungaBurro, há quase exatamente um ano. Futebol é assim, alguém precisa pagar o Pato, ou o Ganso, ou os frangos… Agora é a vez de Mano Menezes, no futuro serão outros. E se todo técnico é um burro em potencial, todo torcedor, pelo menos na sua cabeça, teria tudo para ser um bom técnico, não é verdade? Porque todos têm as causas, os problemas e as soluções na ponta da língua na hora de cornetar o time derrotado.

Então lançamos agora um desafio para você, amante (ou não) de futebol: Se fosse o técnico da Seleção Brasileira de Futebol, o que você faria para voltarmos ao topo? Use de todo seu conhecimento futebolístico, recorrendo sempre à malandragem e esperteza de todo brasileiro. Vale escalar a seleção dos sonhos, pensar em táticas, mandingas, enfim, bote a criatividade para funcionar, deixe a sua resposta nos comentários e corra para o abraço. As melhores respostas ganham prêmios, veja só:

Primeiro colocado: Um pebolim novinho, para chamar a galera e curtir à vera, e uma camiseta da Chico Rei à sua escolha;

Segundo colocado: Uma camiseta da Chico Rei à sua escolha;

E hoje, Dia Nacional do Futebol, vamos homenagear dois verdadeiros heróis brasileiros nesse esporte, aqueles que deram sangue pela pátria, que não desperdiçavam chances e mandavam ver nos pênaltis, que juntos ganharam as Copas de 58 e 62 e individualmente foram tantos títulos que gastaríamos um belo tempo listando. Então, exclusivamente hoje, as camisetas “Rei do Futebol” e “Garrincha” estarão com um desconto que é goleada. Aproveite para garantir a sua por R$36 e correr para o abraço. Viva Rei Pelé e Mané Garrincha!

Ah, não se esqueça de deixar a sua resposta para participar dessa promoção show de bola. Se fosse o técnico da Seleção Brasileira de Futebol, o que você faria para voltarmos ao topo? Responda, cruze os dedos e chame a galera para aumentar o grito de gol. As respostas serão aceitas até 10h de amanhã, dia 20 de julho. O resultado sai na quinta-feira, no mesmo horário.

UPDATE – VENCEDORES

É com muita honra pela pátria que vamos anunciar os dois vencedores, que seriam ótimos técnicos da nossa Seleção. Quem serão eles? Que rufem os tambores….

Quem ficou em segundo lugar, faturando uma belíssima camiseta da Chico Rei foi o Guilherme Torres, que usou todo seu conhecimento em Ornitologia para mostrar que, sim, ele seria um ótimo treinador. Vejam a respsota do Guilherme:

“Em tempo de PATO e GANSO, só mesmo um novo GARRINCHA pra nos salvar, pois apesar do apelido de passarinho, sempre foi um caçador de títulos na seleção CANARINHO.”

E agora chegou o momento de conhecermos o grande vencedor, que vai levar para casa um pebolim bacaníssimo e uma camiseta da Chico Rei. Ah, na verdade temos uma vencedora! Isso mesmo, uma menina mostrou todo seu conhecimento futebolístico e muita criatividade com a bola nos pés. Parabéns, Danielle G. Lopes!!! Você mostrou saber de tudo o que a nossa seleção precisa, usando nossos melhores talentos em várias áreas. Olha só a resposta dela:

“No país em que toda bola vai pro chão e começa a rolar levada pelos pés, os que se atrevem a jogar com as mãos são minoria. Goleiro joga com a mão, e como uma ajudinha dos céus nunca é demais, Oscar, o mão santa, será nosso novo goleiro. Gol por cobertura nunca mais!

A melhor defesa é o ataque. E se é pra atacar, Giba neles! Com um zagueiro com essa impulsão, bola aérea nunca mais será uma preocupação dos brasileiros. E ele já vem com um grande diferencial: quem agüenta a pressão e os gritos do Bernardinho não vai amarelar na hora da decisão.

Niemeyer e Robson Caetano são nossos meias. A genialidade jovial dos 103 anos do Niemeyer pelo meio arquitetando as jogadas, soltando bolas com efeito, trajetórias cheias de curvas, aliada à velocidade do Robson… não vai ter pra ninguém.

E no ataque, Allejo, o grande craque da infância dos que tem entre 20 e 40 anos! (E se for pra jogar contra a Argentina, não custa nada deixar o Anderson Silva no banco de reservas pra dar aquela intimidada caso eles ainda não tenham aprendido a perder pra gente numa boa.)”

Parabéns e muito obrigado a todos os que participaram desse desafio! Temos certeza que se depender de vocês, a Seleção Canarinho tem tudo para encher o peito de estrelas.

Ah, Danielle e Guilherme, enviem um email para contato@chicorei.com.br informando que vocês sabem tudo de futebol e faturaram essa promoção show de bola!

Até a próxima (que é daqui a pouco…)!

julho 1, 2011

Pelé ou Maradona – Quem é o Rei do Futebol?

por Vitor em Chico Rei, Curiosidades

Religião, política e futebol não se discute. Certo? Que nada! Futebol se discute, sim! Principalmente quando envolve rivalidade. Seja em âmbito regional, nacional ou internacional, qualquer torcedor que se preze compra a briga e parte para calorosos momentos de argumentação. E nenhuma rivalidade nesse nosso mundão é maior que Brasil e Argentina. Você até pode criticar a nossa seleção, mas deixa algum argentino falar alguma “cosita” sequer para ele ver. Aqui nã0, hermano!

Essa discussão extrapolou territórios, tornou-se patrimônio mundial e rompeu gerações. Os dois países não disputam apenas qual é o melhor no futebol, a contenda fica quente também na hora de apontar o melhor jogador de todos os tempos. Pelé ou Maradona, qual dos dois é o verdadeiro Rei? Essa questão parece não ter resposta. Agora chegou a vez de decidir quem merece a coroa do esporte mais popular do mundo:

E você, arrisca algum palpite? ;)


Vamos, Brasil! A história do uniforme da Seleção Brasileira

por Vitor em Chico Rei, Curiosidades

Vesti-la não é para qualquer um, até porque é muito difícil aguentar o peso de algo que representa mais de 190 milhões de pessoas. Porém, assim como a armadura de um gladiador, aqueles que portam essa camisa de forma digna recebem em troca a honra pelo resto da eternidade. Profundo isso, não? Nem tanto quando se trata do manto vestido pela Seleção Brasileira de Futebol. Apesar de vivermos numa nação extremamente futebolística, nem todo mundo ama ver 22 marmanjos (e marmanjas, ora bolas) correndo atrás de uma bola. Porém, uma coisa é certa: basta a seleção entrar em campo para todo bom brasileiro reunir a galera, vestir a amarelinha e entrar na torcida.

Mas essa história de “vestir a amarelinha” nem sempre foi assim. Para chegar até as cores que não cansamos de adorar, houve um longo percurso, recheado de muitas vitórias e poucas, mas tristes, frustrações (alguém ouviu Copa de 1950? 1998?). No clima da Copa América 2011, que estreia neste domingo, vamos relembrar as glórias de nossa seleção através das camisetas. Prepare a pipoca por aí vem história!

Começando pela primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai. Nessa época, a seleção vestia uniforme branco, bastante simples, contrastando muito com o que estamos acostumados. E nem só o uniforme era diferente: o futebol também não era o mesmo, ainda não tinha a força e o nome que tem hoje, caindo na primeira fase da competição.

Nas duas edições seguintes, a seleção manteve o uniforme. E o desempenho foi ainda pior na Copa de 34, e o Brasil caiu mais uma vez na primeira fase, ficando em 14º na competição. Quatro anos depois, conquistamos o terceiro lugar, um avanço significativo. Depois de uma pausa de doze anos, por causa da Segunda Guerra Mundial, a Copa retornava e o Brasil abriu os braços para receber o evento pela primeira vez. O uniforme ainda era branco e azul, mas mostrava significativa evolução em relação às edições anteriores, sendo mais arrojado. O resultado da competição todo mundo lembra (e lamenta): o fomos derrotados pelo Uruguai em pleno Maracanã lotado, o fiasco ficou conhecido como “maracanazo”.

A partir da Copa de 54, na Suíça, a Seleção já trajava a camisa canarinho, com os conhecidos verde e amarelo. O uniforme reserva já era o azul com detalhes brancos. Na competição, o Brasil caiu diante da Hungria, do craque Puskas, sensação da época. Quatro anos depois, em 58, o primeiro triunfo em um Mundial: o Brasil de Garrincha ganhara da anfitriã Suécia. Embalados, ganhamos a Copa seguinte, em 1962. Alegria da torcida canarinho!

Saltando para a histórica Copa de 70, no México, nos deparamos com aquela que talvez seja a camisa mais marcante de nossa seleção. A amarelinha clássica (que aparece na foto com ninguém menos que o Velho Lobo Zagallo) ficou marcada para sempre na história do futebol. E não era pra menos! Pelé, Jairzinho, Capita… Era um timaço!

Doze anos depois, sofremos uma das maiores decepções quando o assunto é futebol. A Seleção de 1982 tinha tudo para ser campeã, mas por um capricho do destino, caiu diante da Itália. O uniforme já estava mais moderno, apesar de lembrar bastante o da Copa de 70.

Decepções à parte, a vingança veio 12 anos depois. O ano era 1994 e o palco, os Estados Unidos. A Seleção de Carlos Alberto Parreira, liderada pelo baixinho Romário, levantou o caneco e levou a torcida ao delírio. “Acabou! É tetra!” – quanta emoção! E o manto já apresentava muita diferença em relação a tudo o que já tinha sido visto antes. Desde o tecido até o design, aquele uniforme ficou marcado para sempre na memória de todo bom brasileiro.

Como nem só de vitórias é feito o futebol, sofremos três derrotas drásticas nas últimas quatro Copas do Mundo. Nas duas últimas, em 2006 e 2010, a Seleção não convenceu, caindo nas quartas-de-final diante da França e Holanda, respectivamente. Nenhuma derrota é agradável, mas na Copa de 98 a coisa foi feia. A Seleção vinha bem, tinha tudo para trazer a taça para cá, mas por um capricho do destino, perdemos por três a zero para a França de Zidane. As causas daquele “apagão” ainda são discutidas e a camisa usada ficará marcada para sempre em nossas cabeças, mesmo que negativamente.

Mas vencedores que somos, ainda teve o último Mundial que levamos. O título veio oito anos após seu antecessor, na Copa de 2002, com a família Scolari, liderada por Rivaldo e Ronaldo Fenômeno. Aquela competição foi marcada por muitos gols antológicos, como o do craque Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra. Lembrança das boas! A camisa era bem diferente de todas as anteriores, com detalhes laterais, dividindo opiniões. Hoje, quase dez anos depois, essa camisa é idolatrada por todos nós, brasileiros. Deu sorte, né?

Depois de revisitar toda essa história através do uniforme da Seleção, relembrar bons e maus momentos, deixamos uma última camisa para o final. Esta aqui ainda não carrega uma história, mas desde seu lançamento carrega consigo a esperança de mais uma era de títulos e glórias:

Nós também entramos no clima da Copa América e colocamos nosso time em campo para homenagear dois dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Pelé e Garrincha chegaram com fome de gol e botando a torcida para vestir a camisa, seja a tradicional canarinho ou a classuda azul.

Já tirou a vuvuzela do armário? Chamou a galera para engrossar o grito de gol? Então simbora que se depender da torcida essa taça já é nossa!