dezembro 7, 2011

Mais coleção: Top 5 de reprints na área! \o/

por Vitor em Chico Rei

Para não perdermos o embalo de fim de ano, mais uma coleção chega para agitar a semana!

Desta vez, são nada menos que cinco reprints, começando por sucessos musicais: duas gerações da música nacional são representadas por Los Hermanos e Bezerra da Silva. Enquanto isso, o Foo Fighters de Dave Grohl manda ver nas guitarras distorcidas.

Entrando no clima de Natal, você já pode escolher seu presente: vai de LEGO ou vídeo game? O Papai Noel da Chico Rei promete trazer os dois em um pacote só!

Duvida? Então chega mais!

novembro 22, 2011

Dia da Música com som alto e desconto, só na Chico Rei!

por Vitor em Chico Rei, Música

Nenhuma outra forma de expressão é tão abrangente quanto a música. Independente do estilo, sempre haverá um som com capacidade para falar por mim, por você ou por qualquer outra pessoa, seja qual for a idade, classe ou credo. Por isso, nada mais justo que a música (e os músicos, claro) tenha um dia só para chamar de seu, não é? Então aumente o som porque 22 de novembro é Dia da Música!

Tudo começou graças a uma tradição católica: dia 22 é, também, o Dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos. Verdade é que sem música não viveríamos, por isso qualquer homenagem é mais do que bem vinda. Por aqui, a festa também rola solta! A Chico Rei trabalha com várias sonoridades e tem camisetas que abraçam desde a Bossa Nova de Vinícius de Moraes até o Heavy Metal de Ozzy Osbourne, passando pelo Country de Johnny Cash e pela MPB dos Novos Baianos. Resumindo, aqui tem barulho (do bom, diga-se de passagem) para agradar todo mundo!

Com toda essa musicalidade, não poderíamos deixar essa data passar em branco… Por isso, também vamos subir no palco para dar um gás nesse show: todas as camisetas da categoria música estarão com um desconto especial para todos os amantes dessa arte. Para encorpar o coro, frete grátis para todo o Brasil em qualquer compra.

Mas aproveite rápido, porque a festa é só hoje e tem hora pra acabar…

Camisetas por R$ 42 e frete grátis? Som na caixa!

outubro 13, 2011

Cinco lançamentos garbosos para sacudir o pós-feriado!

por Vitor em Chico Rei

Depois de um bom feriado, estamos de volta com cinco lançamentos pra lá de garbosos!

O trem azul de Milton Nascimento puxa a caravana rumo ao Clube da Esquina para mostrar o que a nossa Minas Gerais tem de melhor. Na sua cola, muita malandragem e samba no pé com aqueles que são os barões da ralé. Prepare o chapéu e o gingado, o resto fica por nossa conta!

Representando o Rock N’ Roll, Dave Grohl e o seu Foo Fighters que vocais gritados e guitarras distorcidas também podem ser sinônimo de boa música. E em terra de gênio, o já saudoso Steve Jobs mostra que sua maçã também mudou o mundo. Para não perder o embalo, um cafezinho para repor as energias e deixar todo mundo ligado. Já preparou seu café? Então vai aí um som para você escutar/assistir enquanto bebe:

O trem está partindo, todos em seus lugares? Então simbora:

www.chicorei.com

julho 12, 2011

Supergrupos no Rock: As melhores bandas de todos os tempos?

por Vitor em Música

Se a história do Rock fosse toda escrita em um livro, os “supergrupos” seriam merecedores de um capítulo à parte. Juntar astros da música em um único projeto chega a ser difícil de imaginar, imagine então na prática. Chega a beirar o impossível, uma vez que esses rockstars sustentam egos gigantes, que mal cabem na sala de gravação de um estúdio. Pois bem, é difícil acontecer e mais difícil ainda dar certo, mas a história está aí para provar que, sim, alguns desses grupos estelares podem funcionar muito bem. Pelo menos no sentido musical da coisa.

Há algumas semanas nos deparamos com a notícia de que ninguém menos que o lendário Mick Jagger, frontman dos Rolling Stones e uma das maiores figuras do Rock atual, estava montando um supergrupo. A surpresa maior veio quando nomes começaram a aparecer: Dave A. Stewart, da banda Eurythmics, o conceituado produtor indiano A.R. Rahman, que já ganhou até Oscar, Damian Marley, talentoso caçula do ícone Bob Marley, e a jovem diva Joss Stone. E nesse momento você diz, “como assim uma banda com essa galera nada a ver tocando junta?”. Pois é, tem tudo para ser terrível, mas da mesma forma tem fortíssimo potencial para ser uma das melhores bandas da atualidade. Ah, e o supergrupo em questão já tem nome, Super Heavy. Justo, né? Então que tal escutar um pouco do som deles? Solta o play e aumenta o volume para curtir o teaser do disco que está a caminho:

O Super Heavy deve lançar seu primeiro trabalho em setembro deste ano. Como vocês ouviram, o estilo é difícil de definir, mas seja como for, é tem Rock no meio, misturado com experimentações de diversos estilos. E o surgimento dessa nova banda me fez lembrar de outras que tinham em sua formação músicos consagrados, donos de carreiras de sucesso em outros grupos. Como recordar é viver, senti vontade de compartilhar um pouco desses nomes com vocês, então escolhi três bandas que marcaram a história do Rock N’ Roll. Será que deram certo? Veremos a seguir.

Nada mais justo do que começar pelo Cream, banda mais do que pioneira quando o assunto é supergrupo, e que apesar de “super”, contava com apenas três integrantes (e ninguém nunca sentiu falta de mais nenhum). Eric Clapton na guitarra e nos vocais, Jack Bruce no baixo e nos vocais e Ginger Baker segurando a onda na bateria. O som que os caras faziam era uma mistura fina de Blues, Hard Rock e Rock Psicodélico, combinando a técnica apurada de Clapton na guitarra com a poderosa voz e baixo forte de Bruce e a influência de Jazz de Baker. Fora a parte musical, a banda deu certo? Bom, podemos dizer que eles duraram pouco mais de, pasmem, três anos, de 1966 a 1969 (voltando em ocasiões futuras para poucos shows). O motivo da separação? Egos inflamados, ora bolas! Segundo Clapton, o Deus da Guitarra, os shows do Cream consistiam em exibições solo de cada um dos três.

Apesar da carreira meteórica, o Cream deixou uma série de sucessos. Destaque para o disco “Disraeli Gears”, segundo da banda, lançado em 1967. Confira aí embaixo a segunda música do álbum, a clássica “Sunshine Of Your Love”:

Mais de 40 anos depois do fim do Cream, nascia nos Estados Unidos outra super banda. Será que a soma de Rage Against The Machine e Soundgarden teria alguma possibilidade de ser positiva? Provavelmente não, mas probabilidade é besteira quando o assunto é Rock N’ Roll. O Audioslave durou seis anos, que, diga-se de passagem, foram sucesso total. Zack De La Rocha, vocalista do RATM, deixou a banda em 2000, abandonando seus colegas Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo) e Brad Wilk (bateria). Os três continuaram juntos e partiram em busca de um vocalista, até que ninguém menos que Chris Cornell, líder do Soundgarden, apareceu para alguns ensaios.

A química foi perfeita e ali surgiu um novo supergrupo, denominado Civilian (nome que logo depois foi mudado). O primeiro disco da banda foi sensacional, seguido por dois outros tão bons quanto o debut. Mas como dizem, o que é bom dura pouco, e em 2007, Chris Cornell largou a banda por “divergências criativas” e partiu para uma carreira solo duvidosa. A tristeza só não foi maior porque poucos anos depois as duas bandas que originaram o Audioslave voltaram à ativa (o RATM veio no Brasil e tudo). Para recordar, “Cochise”:

Fechando a trinca de supergrupos, trazemos o Them Crooked Vultures, que pegou todo mundo de surpresa quando surgiu, em meados de 2009. Juntando Led Zeppelin, Foo Fighters e Queens Of The Stone Age, o power trio só lançou um disco até agora, mas promete ser um passatempo digno quando John Paul Jones (baixo), Dave Ghrol (batera) e Josh Homme (vocais e guitarra) não estiverem muito ocupados com seus projetos principais. O som é psicodélico, cru e muito (muito mesmo) Rock N’ Roll. “Mind Eraser, No Chaser” para fechar com chave de ouro:

Muito som digno, não? Quatro supergrupos deram as caras nesse post, mas muitos outros já pintaram por aí nessa vasta história do Rock. Para não sermos injustos, vamos falar de mais alguns? Deixe aí nos comentários! ;)

abril 7, 2011

17 anos sem Kurt Cobain com direito a homenagens

por Vitor em Música

Separem as camisas xadrez, porque esta semana está repleta de nostalgia e guitarras distorcidas. Faz 17 anos que não temos mais o principal ícone do movimento grunge. O dia 5 de abril de 1994 ficará para sempre marcado como dia do suicídio de Kurt Donald Cobain, que deixara de ser astro para, aos 27 anos, entrar de vez para o hall das lendas do Rock. O líder do Nirvana não foi apenas mais um roqueiro de aparência cuidadosamente desleixada. Cobain conseguiu com sua música “suja” e despretensiosa falar em nome de toda uma geração. Hoje qualquer lamento por sua morte soa redundante, talvez por ser unânime o pensamento de que ele poderia ter dito muito mais se ainda estivesse vivo.

Quase duas décadas depois, seu legado e imagem continuam frescos na cabeça dos amantes do velho Rock N’ Roll. Além disso, homenagens à sua memória estão por toda parte. No último dia 5 de abril, o ator e vocalista da banda 30 Seconds To MarsJared Leto, postou um vídeo em que quase literalmente encarna o finado músico, tocando os clássicos “Pennyroyal Tea” “Rape Me”. O som da banda de Leto não lembra nem de perto o que foi feito por Cobain no Nirvana, ainda que tenha seus méritos. Mas, surpresas à parte, a homenagem ficou no mínimo interessante. Veja, ou melhor, escute e tire suas conclusões:

Se os dois minutos e meio do vídeo não trazem Kurt Cobain de volta, servem para aumentar ainda mais a saudade dos fãs. Além de hinos como “Smells Like Teen Spirit”, “Heart-Shaped Box” e “Come As You Are”, Kurt deixou uma filha, que hoje tem 19 anos, uma esposa encrenqueira e dois terços de sua banda, que pode ser classificada como uma das maiores da história da música.

O baixista Krist Novoselic, sumido da cena musical, e o baterista Dave Grohl, que conseguiu elevar o seu Foo Fighters ao nível das melhores bandas da atualidade, se juntaram recentemente nas gravações de uma faixa para o vindouro disco da banda de Grohl, “Wasting Light”, produzido por Butch Vig, o mesmo do clássico “Nevermind”. “I Should Have Known” é declaradamente uma homenagem a Kurt Cobain. E que homenagem, diga-se de passagem. Prestando atenção na letra, percebemos que ela fala sobre a forma trágica como a morte de Kurt aconteceu. Segue abaixo um vídeo gravado de forma amadora em um show do Foo Fighters e sem a presença de Novoselic.

Seja ontem, hoje ou daqui a 17 anos, qualquer tipo de tributo à memória de Cobain é completamente justificável. Grandes contribuições para a história da música são reconhecidas facilmente, independente do tempo que se passou. E essas contribuições têm o poder de deixar aquela sensação de que ainda há espaço para determinado artista. Kurt Cobain é sem dúvidas um desses caras. Fica aqui nossa homenagem!