junho 15, 2011

Expressão artística para um mundo mais justo

por Márcia Costanti em Arte

A idéia de unir arte e compromisso social parece impossível para você? Pois para essa galera, não é! A ONG Um Teto para meu País organiza pela segunda vez a exposição “teto e tinta”. O objetivo da fundação é dar abrigo às famílias em condições de miséria. Ou seja, providenciar moradias para quem não tem!

Mais de 150 artistas foram convidados a customizar uma casinha de madeira, símbolo da causa da ONG. Os itens, depois de trabalhados, são expostos à venda por 50 reais. Todo o valor arrecadado com as vendas é revertido para a organização. Este ano, a meta é construir 500 casas, totalizando 1000 casas construídas desde a primeira edição, no ano passado.

A iniciativa não para aqui no nosso Brasil, como tem sucesso em outros países da América Latina. É um exemplo bacana de artistas que emprestam um pouco do seu talento para beneficiar a sociedade!

junho 10, 2011

Estatísticas em grãos de arroz. Sim, é isso mesmo!

por Márcia Costanti em Curiosidades

Você já se pegou pensando sobre os dados do Censo Demográfico? Tem idéia de que neste chão pisam cerca de 190 milhões de brasileiros? Bom, você já deve ter parado em algum momento da sua vida para dizer: “é gente demais, tanta gente que não dá pra ter noção!”. Pois imagine que você possa estar de frente para esta exata quantidade de habitantes que tem no nosso Brasil.

Tá confuso? Calma, vai simplificar muito! Com o objetivo de dar dimensões reais para que as pessoas compreendam melhor esses números gigantes, a companhia artística Stan’s Café montou uma exposição intitulada “Of All The People In All The World” (algo como “De todas aspessoas em todo o mundo!”). O principio é transformar essas estatísticas assustadoras em algo palpável, como o grão de arroz! Ou seja, uma enorme pilha de grãos de arroz, assim, ao seu alcance, representa a quantidade de pessoas que vivem nos EUA. Prático e bem real, não?

Os números representados variam de acordo com o local da exposição. Mas há estatísticas fixas, como por exemplo, o número de pessoas que nascem a cada dia, número de médicos no mundo, até coisas ainda mais inusitadas como a produção de café na Costa Rica. A exposição já passou por mais de 50 cidades e a população mundial foi representada apenas na Alemanha. Foram necessárias 104 toneladas de arroz para que cada ser humano ganhasse seu representante em grão! Imagina só quais outras estatísticas daria para gente visualizar com essa técnica, não é mesmo? ;)

fevereiro 15, 2011

Exposição revive os filmes de John Hughes, o filósofo da puberdade

por Vitor em Filmes

Falem os críticos o que quiserem, mas uma coisa é certa: John Hughes marcou a história do cinema. Não é por acaso que o cara ficou conhecido como “filósofo da puberdade”, seus filmes retrataram como nenhum outro a melhor fase da vida de um ser humano. Você pode não estar ligando o nome à pessoa, mas com certeza assistiu a um de seus filmes. Como diretor, podemos citar Curtindo a Vida Adoidado, A Malandrinha, Mulher Nota 1000 e Clube dos Cinco, sucessos dos anos 80. Já como roteirista, mais sucessos: Esqueceram de Mim, Beethoven e Férias Frustradas. Agora você sabe de quem estamos falando, não é?

A carreira de Hughes no cinema de entretenimento é incontestável. E agora foi reconhecida em grande estilo. Falecido em 2009, aos 59 anos, o cineasta ganhou nos últimos dias uma exposição à altura de sua filmografia. A ideia partiu da Gallery 1988, famosa galeria de arte da Califórnia, nos States. Eles convidaram vários artistas para criarem obras inspiradas nos filmes de Hughes e o resultado não poderia ser melhor. Confiram algumas delas:

O jogo de tabuleiro é sensacional! E mais: aqueles que gostaram muito das obras podem comprá-las. As originais, como vocês podem imaginar, são bastante caras, mas também existe a possibilidade de adquirir réplicas delas, que nada mais são que pôsteres com as artes impressas (e o preço bem mais acessível). Basta clicar neste link para ver os quadros originais e neste para os pôsteres.

Para nós, resta assistir aos grandes filmes de John Hughes. A diversão é sempre garantida, seja qual for o filme. E se alguém estiver querendo dar uma voltinha em Los Angeles, pode visitar a exposição e contar depois para os meros mortais aqui. Sonhar não custa, não é verdade?

fevereiro 2, 2011

Braços falsos tatuados na exposição de Guy Le Tatooer

por Amanda Dias em Chico Rei

Mais uma vez somos obrigados a usar a frase “uma imagem vale mais do que mil palavras”, mas nesse caso essa frase não pode ser substituída por nenhuma outra. Afinal estamos falando de uma exposição de tatuagens feitas por um dos maiores mestres desse ofício, o tatuador Guy Le Tatooer.

Com a exposição na galeria Gimpel & Muller, em Paris, o artista conseguiu impressionar mais uma vez. E dessa vez a originalidade foi ainda mais além. Ele apresenta para os visitantes da galeria e para nós internautas, que invejamos a possibilidade de poder estar em Paris, uma série de braços fakes desenhados com o método tradicional da tatuagem.

Bom, então sem mais delongas, tirem as suas próprias conclusões com as imagens que temos abaixo e nos digam se não deu uma vontade danada de pegar uma avião rumo a Paris (ou quem sabe correr para o estúdio de tatuagens mais próximo)!

janeiro 31, 2011

A arte dos sentidos

por Vitor em Chico Rei

Quem se interessa por arte sabe que criatividade é uma das grandes chaves para o sucesso. Afinal, se não fosse por ela, o homem ainda estaria estagnado nas pinturas rupestres em paredes de cavernas. Falando em criatividade, trazemos um pouco da obra de um excelente artista japonês, Nobuhiro Nakanishi.

Nakanishi nasceu em 1976 e graduou-se em escultura pela Universidade de Arte de Kyoto. Um de seus principais trabalhos, a coletânea Layered Landscapes mostra uma série de camadas que formam imagens de paisagens. As obras chamam a atenção de seus observadores por proporcionarem a possibilidade de ver a mesma cena de diferentes pontos de vista, desvendando detalhes em cada ângulo diferente.

Para dar corpo a sua obra, o artista usa uma espécie de impressão a laser para montar as fotos em material acrílico. Cada camada pode ser observada (e admirada) individualmente, mas o grande barato é ver o efeito causado pelo conjunto.

A obra de Nobuhiro Nakanishi mexe com os sentidos de seus observadores, fazendo um retrato tridimensional que ilustra muito bem a passagem de tempo dentro de cada cena. O resultado da exposição é fantástico. Parabéns para o artista!