março 25, 2011

Paris ou Nova York? Qual das duas é melhor?

por Vitor em Cultura

Paris e Nova York, Nova York e Paris. Uma é capital da França, uma das cidades mais luxuosas do mundo e sonho de consumo de muita gente. Outra é a cidade mais populosa e atrativa dos Estados Unidos, destino certo para aqueles que passam pela terra do Tio Sam. Se uma tem a Torre Eifel, a outra tem a Estátua da Liberdade, que, por sinal, foi um presente francês. E se por um lado uma conta com o Museu do Louvre, a outra tem o Central Park. Se postas frente a frente em um ringue, a briga seria das boas.

Seguindo esse ar de disputa entre as duas cidades, o designer francês Vahram Muratyan criou uma série de ilustrações minimalistas comparando as duas. A série “Paris versus New York – A Tally Of Two Cities” mostra elementos das duas metrópoles frente a frente. O interessante é a relação entre eles e as diferenças, que muitas vezes são gritantes. Isso sem falar no teor um tanto quanto polêmico, chegando a ser um pouco tendencioso, uma vez que Muratyan é francês. Confira alguns exemplos:

(mais…)

março 3, 2011

Sucker Punch – A nova viagem visual de Zack Snyder

por Vitor em Filmes

Zack Snyder começou em Hollywood como um iniciante promissor, quando lançou Madrugada dos Mortos; ganhou o status de visionário ao dirigir a adaptação de 300; hoje, em meio a derrapadas (os criticados Watchmen e A Lenda dos Guardiões), tenta se manter como uma realidade no mundo louco e inconstante da sétima arte. Para isso, Snyder foge dos clichês e investe em projetos revolucionários, com forte apelo visual. Esse é o caso de Sucker Punch, que no Brasil recebeu o subtítulo “Mundo Surreal”.

A nova viagem do diretor tem estreia internacional marcada para o dia 25 de março, mas antes disso um carnaval de cenas de ação, imagens e boatos andam circulando pelos quatro cantos da grande rede. Andam dizendo que a reação do público em uma exibição de teste não foi das mais positivas, o que pode pôr tudo a perder nessa mega produção. Em meio ao disse-me-disse, certo mesmo é que as prévias que tivemos do filme chamam bastante a atenção pela qualidade e riqueza de recursos. Em resumo, tudo o que vimos até agora é fantástico (em infinitos sentidos da palavra).

A trama de Sucker Punch é uma fantasia épica, que acontece dentro da imaginação mais do que fértil de uma garota que foi internada em um hospício pelo seu padrasto. A jovem encontra nos sonhos a irônica fuga do pesadelo que é sua realidade e para isso conta com a companhia de outras jovens na mesma situação. Viagem total saída da cabeça de Zack Snyder, que também assina o roteiro.

Saiu nesta semana o terceiro trailer do projeto, que você pode (e deve) assistir e tirar suas próprias conclusões:

Esse minuto e meio de vídeo pode nos levar a duas conclusões. Primeiro: sim, são muitas imagens, cenas de ação, inimigos e explosões, que nos fazem pensar em como isso tudo pode caber (e principalmente fazer sentido, dar liga) em cerca de duas horas de exibição. Segundo: apesar da primeira conclusão, ao terminarmos de assistir ao trailer é difícil não pensar em “como isso tudo junto pode resultar em um filme ruim”. E essa última suposição pode ser a grande verdade em torno do filme se for levado em consideração o fato de se tratar de um filme de entretenimento.

Além dos trailers, está no ar o site oficial do filme, que é um espetáculo à parte. Lá é possível encontrar várias imagens, conteúdo interativo e mais um bocado de elementos. Entre eles, as artes conceituais das personagens.

E aí, quais as suas expectativas para Sucker Punch? Podemos confiar em Zack Snyder, que, além de tudo, é o diretor do novo Superman? Como dizem por aí, só o tempo vai dizer.

fevereiro 25, 2011

Passado e presente juntos em uma bela série de fotografias

por Vitor em Chico Rei

Um dos maiores estudiosos da imagem, Roland Barthes escreveu em uma de suas várias publicações que “a fotografia reproduz ao infinito o que só ocorreu uma vez: ela repete mecanicamente o que nunca mais poderá repetir-se existencialmente‎”. Mais do que qualquer linguagem falada ou escrita, a fotografia é universal e, provavelmente, uma das formas de expressão mais democráticas e abrangentes.

Tendo em mente o poder de registro instantâneo da fotografia, a artista (sim, porque fotografar também é uma arte) Irina Werning lançou a exposição “Back To The Future”. Nela, Irina tenta se aproximar o máximo possível de registros passados e para isso fotografa os protagonistas deles imitando o vestuário e trejeitos de outrora. O resultado da experiência aproxima-se ao mesmo tempo em que se distancia do que Barthes pregava. “Back To The Future” consegue chegar perto do passado, mas é a prova real de que é impossível reproduzir com 100% de fidelidade aquele momento registrado.

E nada melhor do que ver as imagens para entender tudo o que foi falado acima:

Outras imagens desse interessantíssimo trabalho de Irina Werning podem ser conferidas em seu site. E para prestar uma justa homenagem aos profissionais da arte de fotografar, a Chico Rei lançou uma série de camisetas em parceria com o designer Felipe Tofani. Aproveite!

fevereiro 22, 2011

9 estampas no ar! Viva!

por Bruno em Chico Rei, Música

Salve salve, chicotes!

Para não perder o embalo, voltamos com nada menos que seis lançamentos e três reprints, que vão dar água na boca e fazer você balançar o esqueleto.

Depois dos Sex Pistols, chegou a nossa vez de prestar as devidas homenagens à Rainha, que anda um tanto barbada. No embalo do Rock, quem dá as caras e bota todo mundo para dançar é a melhor banda que nunca existiu. Cansou? Calma que ainda faltam os mestres dos anos 60. E não pense que ficamos só nas guitarras elétricas, os fãs do nosso xará da MPB também tem vez aqui. Mas atenção, chicólatras: corram antes que ele derreta! Tudo isso para você relaxar e não dar corda para o azar.

E mais: trazemos para você a possibilidade de vestir três peças criadas pelo designer Felipe Tofani, com uma série que vai  fazer a cabeça dos fãs de design, fotografia e tecnologia.

Curtiu? Então corre lá!
www.chicorei.com

janeiro 25, 2011

Fazendo arte no iPad

por Vitor em Chico Rei

Uma coisa é certa: a arte é democrática. Basta um pouco de criatividade e talento para expressar-se do seu jeito e encantar as pessoas ao redor do mundo. E desde que a tecnologia transformou todos nós em possíveis formadores de conteúdo, a visibilidade de todo tipo de manifestação artística aumentou de forma significativa.

Falando em arte e tecnologia, a fusão das duas tem gerado peças belíssimas e é muito justo chamar alguns (vários, na verdade) designers de artistas. E os magos dos computadores vão receber um presentão em breve.

Sensação do momento, o iPad vai ganhar mais um recurso no mês que vem. Os Nomad Brushes são pincéis para o tablet da Apple e prometem ser uma mão na roda dos artistas cibernéticos. Pouquíssimas informações sobre o produto foram divulgadas até agora, o que faz com que seu lançamento seja um tanto duvidoso. O site Nomad Brush não tem nada além de um vídeo de apresentação, reforçando as dúvidas quanto à veracidade do produto. Ainda é cedo para dizer se é verdade ou não, mas o vídeo de apresentação do pincel é muito bacana e aumenta a torcida para que em fevereiro o produto realmente esteja nas lojas.

Ainda no assunto arte no iPad, outro vídeo deixou todos de cabelo em pé. O artista David Kassan, famoso pela riqueza de detalhes de suas obras, mostrou que também é um exímio artista de iPad. E o mais fantástico é que Kassan não usa nenhum material além de seus próprios dedos. A tecnologia Touch Screen nunca pareceu tão fácil de ser usada. Veja o vídeo e surpreenda-se:

Parece de mentira, não é? Mais uma prova de que a arte não tem barreiras. Será que a moda do iPad como tela vai pegar?

janeiro 5, 2011

Quem disse que LEGO é brinquedo?

por Vitor em Curiosidades

Há algumas semanas fizemos um post sobre brinquedos que fizeram sucesso e que estão retornando com força total. Talvez o grande destaque entre os citados seja o LEGO. Provavelmente, se você nasceu na década de 80, quebrou a cabeça com eles. Criado pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen, as peças de plástico são fabricadas desde meados da década de 50. Meio século depois, são líderes de venda em se tratando de brinquedos para crianças nas faixas dos três meses até jovens de dezesseis anos de idade. Mas a gente sabe que as famosas peças não são coisa de pirralhos.

O LEGO era (e continua sendo) passatempo de muita gente grande por aí. Junte as peças e deixe a criatividade fluir. Garantimos que ideias muito bacanas podem sair dessa experiência. Um exemplo muito legal é esse vídeo feito pela própria marca, que mostra que existem infinitas possibilidades de criação.

Indiana Jones, Star Wars, Prince Of Persia, Harry Potter… Tem LEGO para tudo quanto é gosto! Indo além dos brinquedos (tá bom, não é tão brinquedo assim), a marca expandiu seu território. Hoje existem quatro parques temáticos, as Legolands, que estão na Dinamarca, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Alemanha. E não ficam por aí! Existem vários jogos eletrônicos de LEGO. A franquia cresceu. E muito! Abaixo você pode ver uma foto do Monte Rushmore feito com LEGO.

Tem um pessoal deixando a criatividade fluir e fazendo arte com as pecinhas. Megalomania à parte, os resultados são grandiosos. E nem precisamos falar no trabalho que deve dar para fazer uma “escultura” dessas. Nathan Sawaya era um advogado com um hobbie. Hoje, o hobbie fez dele um artista. Parece de mentira, não é?

Nós não ficamos de fora e também nos inspiramos nas famosas peças. Quebramos a cabeça para fazermos as camisetas Lego Rock Star e Mario Cubes. E falando em Mario, olha ele em versão aumentada (e quadriculada).

E aí, pronto para soltar a imaginação com LEGO?

janeiro 3, 2011

Os Jogos Olímpicos nunca foram tão brasileiros

por Vitor em Chico Rei

Mal começou e 2011 já trouxe uma grande novidade para os brasileiros. Em meio à festa de Réveillon na praia de Copacabana, a logo dos Jogos Olímpicos Rio 2016 foi apresentada ao público. Mas antes de falar da logo propriamente dita, é preciso ter em mente tudo o que ela deve significar. Como representar um país plural, com população única e ao mesmo tempo tão diversa? Como imprimir em uma marca toda história e legado de uma nação? Acima de tudo, ela deve ser um símbolo que represente a paixão e a transformação de uma cidade e de um país inteiro e projetá–las para o mundo. Missão difícil. Mas em se tratando de nós, brasileiros, desafios são um prato cheio. E missão dada é missão cumprida!

Mais de 138 agências entraram na concorrência e o processo que definiu quem criaria a marca durou nove meses. Literalmente um parto. Foram oito finalistas na última etapa e a vencedora foi a empresa Tátil Design, que tem sede em São Paulo e no Rio. Uma equipe formada por 40 profissionais participou da empreitada. Eram cariocas, paulistas, mineiros, baianos… Uma equipe bastante diversificada.

Segundo o site da Tátil, para desenvolver essa imagem, a equipe investigou o universo da marca olímpica e suas edições anteriores, outras competições e eventos internacionais. “A marca deveria fugir dos clichês e ser, ao mesmo tempo, uma síntese que traduzisse o Rio de Janeiro. Criamos planetas Rio 2016 e polinizamos cada um deles com muitas referências, conceitos, tendências, artigos. Fizemos brainstormings para descobrir sua essência, seu propósito e como criar expressões e experiências relevantes. As melhores referências eram trocadas e trabalhadas de forma coletiva. A marca final foi a mais cocriativa.” O depoimento pode ser conferido na íntegra no site da empresa. Muito bacana, por sinal.

E como nenhuma ideia consegue ser unânime, a imagem que representa já está envolvida em uma polêmica. Várias pessoas na internet têm apontado semelhanças entre ela e a logo da ONG norte-americana Telluride Foundation. A semelhança existe, porém a execução é um tanto diferente. Um grupo de pessoas se abraçando, é uma referência muito ampla e está no inconsciente coletivo, nos mais diversos tipos de arte de todos os tempos. Isso sem falar no 3D, no uso das cores, na descontração do design…

A marca das Olimpíadas do Rio traduz o jeito de ser do povo brasileiro, de abraçar quem chega, seja um velho amigo ou alguém que acabou de conhecer. Nenhum outro povo no mundo é assim. O espírito olímpico fala da união dos povos. E o resultado não poderia ser melhor.

Diversidade harmônica, energia contagiante, espírito olímpico e natureza exuberante.  A marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016 é tudo o que foi falado e mais um pouco. É uma logo viva, forte e muito bem desenvolvida. É o Brasil representado por uma imagem.

Confiram o depoimento da equipe. Muito bom!

Fonte: Tátil Design de Imagens

dezembro 22, 2010

Dica de Rei: Que tal se refrescar ajudando o meio ambiente?

por Vitor em Dicas de Rei

A cada ano que passa, o verão parece mais quente, não é verdade? É o aquecimento global mostrando suas garras. A todo momento surgem novos estudos sobre as alterações climáticas. Recentemente, a NASA divulgou novos dados afirmando que a temperatura média do planeta aumentou 0.8°C desde 1880. Dois terços do aquecimento ocorreram desde o ano de 1975, entre 0.15 e 0.20°C por década.

Vendo os números, pode até parecer pouca coisa, mas na prática percebemos que a diferença é grande. Todo esse aumento de temperatura está acontecendo por variações naturais do meio ambiente e, principalmente, pelas ações humanas. Isso se deve a uma grande ironia: nós ainda não aprendemos a nos desenvolver sem nos prejudicar.

Agora, já que todo esse calor é uma realidade (inconveniente, por sinal), nada melhor que uma água ou um suco bem gelados para aguentar o dia. Melhor ainda se eles estiverem em uma garrafa muito bacana, inovadora e feita de alumínio totalmente reciclado. Seguindo essa ideia, o site norte-americano Liberty Bottleworks está apresentou uma série muito bacana.

Garrafas divertidas

Além de ajudarem o meio ambiente, as garrafas são ilustradas por vários designers. Tem para todos os gostos: de floridas, abstratas, mapas e mais um monte. Todas são muito bonitas e fica até difícil escolher uma só. O único inconveniente é que as garrafas devem ser importadas, fazendo com que a entrega demore um pouco mais do que o comum. Mas é bom aproveitar enquanto o dólar anda em baixa.

E se você for daqueles que não abre mão de um cafezinho, não tem problema: as garrafas são térmicas e seguram a onda numa boa. Uma boa pedida, hein?

Garrafas divertidas

Fontes: Pensando Verde e Liberty Bottleworks

dezembro 13, 2010

Qual o nome do filme?

por Vitor em Chico Rei

Cartazes de filmes são sempre um bônus para os fãs de cinema. Alguns mais simples outros muito extravagantes, há espaço para todo tipo de gosto. Mas da mesma forma que não se deve julgar um livro pela capa, não crie impressões sobre um filme vendo apenas seu cartaz. Alguns deles chegam a ser bem melhores que os filmes.

Uma tendência que vem ganhando espaço entre os designers é a releitura de cartazes. Com muita criatividade e talento, elas já estão servindo de referência para as distribuidoras dos filmes e os originais estão espelhando-se nas cópias. O conceito mais utilizado ultimamente é o minimalista. Artistas resumem um filme em um único elemento. E é impressionante perceber como a técnica funciona bem.

“Clube da Luta” é um sabonete rosa. Já “O Iluminado” (que é tema de estampa da Chico Rei) resume-se ao carpete do hotel em que a história se passa. Uma faca retrata o clássico do suspense “Psicose”. E quem não pensa em “Forrest Gump” ao ver o já famoso banco em que o protagonista conta suas histórias? E esses são só alguns exemplos. A ideia é muito bacana e o resultado melhor ainda.

Já famosos entre os cinéfilos, os cartazes poloneses também fazem muito sucesso. Durante muito tempo existiu um monopólio estatal da distribuição de filmes na Polônia. Então os artistas gráficos locais eram encarregados de criarem novos cartazes, sem nenhum compromisso com a arte original. Devido ao talento e ousadia, muitos desses trabalhos são expostos em galerias de arte.

Encomendados para promover o BAFTA 2010, prêmio máximo do cinema britânico, os cartazes produzidos pelo artista Tavis Coburn têm uma pegada retrô, que dão um visual muito legal para as peças. É o cinema mais uma vez fazendo escola!

Conhece outras releituras? Então conta pra gente nos comentários!

dezembro 10, 2010

Qual seu tipo preferido?

por Vitor em Chico Rei

Se o título fez com que você esperasse um post de auto-ajuda, que apontasse sua cara-metade, pare de ler aqui. Resolveu continuar? Beleza! O tipo em questão com certeza é familiar aos amantes de artes e design. A tipografia já deu origem a uma série de trabalhos fantásticos e vem conquistando um número cada vez maior de adeptos.

Tipografia é, basicamente, o desenho e produção de letras e sua distribuição correta sobre uma superfície (papel, monitor ou tela) para transmitir informações e facilitar a compreensão. É a atividade que trata da criação de fontes (coleção de tipos) ou famílias (variações, como bold, italic…) tipográficas. Parte principal da escrita, a tipografia expandiu seus horizontes e ganhou novos usos, que fazem a cabeça de muitos designers pelo mundo.

A parte escrita é muito importante num projeto gráfico e saber utilizar de forma correta os tipos ou fontes é fundamental. E tem muita coisa boa por aí envolvendo a combinação deles. Alguns exemplos:

Jeff Canham é um artista californiano com trabalhos em diversas áreas do design. No portfólio dele você encontra, principalmente, artes de sinalização com a tipografia muito bem trabalhada.

Serse Rodríguez é um designer gráfico espanhol cujo trabalho envolve tipografia e ilustração.

O alemão Dirk Schächter fez um trabalho muito criativo, que mostrava uma visão do mundo através das palavras. A arte recebeu o nome de Typomap.

O norte-americano Jerod Gibson fez releituras de diversos pôsteres de filmes famosos. No trabalho, Gibson preencheu silhuetas de elementos ou personagens com citações variadas. O resultado, chamado 37 Posters, ficou excelente.

Para quem é fã de tipografia, a Chico Rei tem algumas dicas. As camisetas Don’t Touch My Hair, Rock N’ Roll e Fuck Lucky Shirts são alguns exemplos de estampas em que a tipografia teve destaque.

Viagem, né? Conhece algum designer ou artista que trabalha bem com tipografia? Apresente para nós nos comentários!