maio 11, 2011

Células solidárias e suas consequências

por Márcia Costanti em Curiosidades

Você já deve ter sentido algo parecido em uma dessas situações: um amigo seu fala uma grande besteira e de repente você sente vontade de abrir um buraco no chão. Alguém cai na frente da galera do colégio e você chega a ficar com as bochechas vermelhas pela pessoa. Se identificou ou já sentiu algo nessa linha? Bem vindo ao mundo dos que sentem a famosa vergonha alheia. E fique tranquilo, meu amigo, você não é o único. Nós todos passamos por isso.

Essa sensação solidária de passar para você o sentimento embaraçoso de ter feito algo errado ou bizarro, sendo que você nada teve a ver com o fato, pode ser explicada pela ciência (e lá vem ela, encontrando explicações pra quase tudo). Por trás desta vergonha alheia, temos os astros VIPs da neurologia contemporânea: os neurônios-espelho. Estas células são especialistas em copiar emoções. Ou seja, simulam no nosso cérebro o que está acontecendocom outra pessoa. Olha como somos fisiologicamente solidários!

Cá entre nós, que essa solidariedade não é lá muito útil, né? Isso vale ainda para movimentos, segundo o estudo realizado na França. Os cientistas escanearam o cérebro de voluntários enquanto sentiam um cheiro bem desagradável e de outros enquanto assistiam a um vídeo com outras pessoas enjoadas. Adivinha? A atividade cerebral foi a mesma, como se aqueles que apenas viram a experiência tivessem passado por ela.

Resumindo: se por um lado as células nos ajudam a, por exemplo, ser solidários com alguém que sente dor, elas nos fazem sentir tão envergonhados quanto a vítima da situação embaraçosa (que muitas vezes não está nem aí para o que aconteceu!). E ainda serve de alerta, como se dissesse “tá vendo, só? Isso não é pra você!” ;)  Ouça suas células!

março 22, 2011

Cada fã com o seu ídolo!

por Amanda Dias em Curiosidades

Na sexta-feira, dia 18, muitos famosos deram parabéns a seus fãs pela internet, em shows, na TV, por sinal de fumaça… Enfim, foi o dia dos ídolos darem essa moral a seus seguidores, comemorando o Dia do Fã. Mas afinal, o que é ser um? Literalmente, fã significa “uma pessoa dedicada a expressar sua admiração por alguém ou alguma coisa”, mas na prática esse termo se refere a uma galera completamente apaixonada por uma banda, uma marca, um artista, um escritor, uma sub-celebridade ou qualquer outro tipo de coisa ou pessoa que, na maioria das vezes, é famosa. Graças a quem? Aos fãs, ora bolas! Geralmente, fãs não aceitam que outras pessoas critiquem seu “objeto” de adoração. E, aconselhamos a não contrariá-los, pois muitos podem ser um tanto raivosos na hora de defender seu ídolo.


Fã tem 82 tattoos da Julia Roberts


Mas é claro que existem vários níveis de “fanzice. Existem fãs histéricas (ou histéricos, vai saber…), mas não se enganem, por mais que a maior parte desse grupo seja formado por adolescentes enlouquecidas, como as famosas “Kakazetes”, fãs do jogador de futebol Káka, também tem uma parcela bem significativa de vovós doidas pelo rei Roberto Carlos, por exemplo.

Outro tipo de fãs são os culturais. Hein?! Isso mesmo! São aqueles fãs mais “cults“, que não gritam ou arrancam a roupa pelos ídolos, mas simplesmente admiram o trabalho desenvolvido por eles. Esse é o caso dos apaixonados pela escritora Clarisse Lispector ou dos Chicólatras, que são fanzocas do músico Chico Buarque (mas a gente que num passado não tão distante muita gente fazia tudo por ele). Porém, sejamos sinceros: esse tipo de fã, no fundo, queria poder gritar que ama seu ídolo se o encontrasse na rua por acaso. Mas a classe deve ser mantida, não é verdade?!

Existem também os fãs carinhosos e apaixonados (de verdade), que mandam cartas para a Rede Globo na esperança de seu ídolo ler. Esse é o caso das seguidoras do ator Caio Castro, líder de correspondências da emissora em 2010/2011 (só mesmo sendo muito fã para mandar cartas nos dias de hoje). Além desses, temos ainda os fãs saudosos, que sofrem com a ausência do ídolo, como os fanáticos por Mamonas Assassinas, Cazuza e Renato Russo. Ah, e uma classe que não poderia faltar são as fãs-mães. Sim, elas sempre param para lembrar como era naquele tempo de juventude, quando o José Mayer e o Antônio Fagundes ainda eram dois brotos (tem palavra mais velha que essa?!), ou dos embalos de sábado a noite com Beatles e Menudos.

Cada fã tem um jeito de expressar seu amor pelo ídolo, alguns até entram para fã-clubes, outros curtem sozinhos a paixão que sentem por alguém que possivelmente nunca vão conhecer. Mas o que isso importa, não é mesmo? Afinal, o que vale é a admiração e o desejo de sucesso a uma outra pessoa, seja lá por qual motivo ela te fez sentir isso. Isso sim é amor incondicional! Fã realmente é um ser superior!

Resumindo: existe todo tipo de fã, desde os mais contidos até os mais pirados, seja  lá qual for o credo, cor ou classe social. E aí, qual tipo de fã você é?

Por isso, nós da Chico Rei agradecemos a todos os nossos fãs pelo carinho e prometemos honrar esse apoio!

maio 3, 2010

Lei de Gaga

por Tiago em Chicundum

Lady Gaga

Considerada pela revista Time a artista pop mais influente no mundo da  música e da moda atual, a cantora Lady Gaga preenche todos os requisitos pra se tornar o novo e maior ícone pop contemporâneo.

Desde Madonna a música não presenciava um produto pop tão bem construído, unindo estética bizarra e futurista, comportamento polêmico, atitude transgressora e músicas que grudam na cabeça.

Multifaces

Alvo constante da mídia, a cantora acaba sendo lembrada em quase todas as entrevistas de outras estrelas que por inveja ou admiração comentam o fenômeno.

Dá pra perceber que Gaga exibe um cuidado meticuloso com sua imagem em todos os aspectos, desde os cortes de cabelo até a escolha das roupas e maquiagem. O exotismo de sua música é completado pelas performances mais ousadas e inusitadas nos clipes e shows.

O que não se pode negar é que ela realmente tem talento e potencial, visto que foi a compositora de vários hits das cantoras pop da última década como Britney Spears e Christina Aguilera, Cher e Rihanna.

Resta agora conferir por quanto tempo o reinado da nova dirty-diva vai perdurar. Aqui a gente confere dois clipes que representam bem o universo da cantora.

Começando com o ultrapolêmico clipe Telephone em parceria com Beyoncé (censura18 anos)

E finalizando com o hit grudento Bad Romance: