dezembro 12, 2011

4 Novas + 2 Reprints para Papai Noel ficar feliz!

por Vitor em Chico Rei

Em dúvida sobre o que dar de presente de Natal? Garantimos que esta nova coleção vai tirar qualquer interrogação de sua cabeça!

Dois ídolos brasileiros recebem homenagens mais do que merecidas: Doutor Sócrates e Luiz Gonzaga estão mais garbosos do que nunca! Esbanjando estilo, as Pin-Ups garantem seu merecido espaço, mostrando que não é só uma melancia na cabeça que chama atenção.

Encerrando por hoje, dois reprints muito desejados dão as caras: Darth Vader e Amy Winehouse!

Garanta sua dose diária de garbosidade, chega mais!

setembro 27, 2011

Dia de Cosme e Damião: que tal adoçar a vida?

por Vitor em Chico Rei

Hoje, 27 de setembro, é comemorado o dia de Cosme e Damião. Se você tem lá seus 20 anos, sem dúvidas já saiu às ruas em busca de guloseimas, distribuídas por aqueles que tinham fé nos irmãos gêmeos. Agora, se você é mais novo, é possível que nunca tenha ouvido falar nessa tradição. Era praxe passar o dia 27 batendo de porta em porta numa busca implacável por doces. Ah, e os doces eram clássicos, com sabor proporcional à quantidade de açúcar contida em cada porção. Bons tempos, não?

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julho 1, 2011

Pelé ou Maradona – Quem é o Rei do Futebol?

por Vitor em Chico Rei, Curiosidades

Religião, política e futebol não se discute. Certo? Que nada! Futebol se discute, sim! Principalmente quando envolve rivalidade. Seja em âmbito regional, nacional ou internacional, qualquer torcedor que se preze compra a briga e parte para calorosos momentos de argumentação. E nenhuma rivalidade nesse nosso mundão é maior que Brasil e Argentina. Você até pode criticar a nossa seleção, mas deixa algum argentino falar alguma “cosita” sequer para ele ver. Aqui nã0, hermano!

Essa discussão extrapolou territórios, tornou-se patrimônio mundial e rompeu gerações. Os dois países não disputam apenas qual é o melhor no futebol, a contenda fica quente também na hora de apontar o melhor jogador de todos os tempos. Pelé ou Maradona, qual dos dois é o verdadeiro Rei? Essa questão parece não ter resposta. Agora chegou a vez de decidir quem merece a coroa do esporte mais popular do mundo:

E você, arrisca algum palpite? ;)


Vamos, Brasil! A história do uniforme da Seleção Brasileira

por Vitor em Chico Rei, Curiosidades

Vesti-la não é para qualquer um, até porque é muito difícil aguentar o peso de algo que representa mais de 190 milhões de pessoas. Porém, assim como a armadura de um gladiador, aqueles que portam essa camisa de forma digna recebem em troca a honra pelo resto da eternidade. Profundo isso, não? Nem tanto quando se trata do manto vestido pela Seleção Brasileira de Futebol. Apesar de vivermos numa nação extremamente futebolística, nem todo mundo ama ver 22 marmanjos (e marmanjas, ora bolas) correndo atrás de uma bola. Porém, uma coisa é certa: basta a seleção entrar em campo para todo bom brasileiro reunir a galera, vestir a amarelinha e entrar na torcida.

Mas essa história de “vestir a amarelinha” nem sempre foi assim. Para chegar até as cores que não cansamos de adorar, houve um longo percurso, recheado de muitas vitórias e poucas, mas tristes, frustrações (alguém ouviu Copa de 1950? 1998?). No clima da Copa América 2011, que estreia neste domingo, vamos relembrar as glórias de nossa seleção através das camisetas. Prepare a pipoca por aí vem história!

Começando pela primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai. Nessa época, a seleção vestia uniforme branco, bastante simples, contrastando muito com o que estamos acostumados. E nem só o uniforme era diferente: o futebol também não era o mesmo, ainda não tinha a força e o nome que tem hoje, caindo na primeira fase da competição.

Nas duas edições seguintes, a seleção manteve o uniforme. E o desempenho foi ainda pior na Copa de 34, e o Brasil caiu mais uma vez na primeira fase, ficando em 14º na competição. Quatro anos depois, conquistamos o terceiro lugar, um avanço significativo. Depois de uma pausa de doze anos, por causa da Segunda Guerra Mundial, a Copa retornava e o Brasil abriu os braços para receber o evento pela primeira vez. O uniforme ainda era branco e azul, mas mostrava significativa evolução em relação às edições anteriores, sendo mais arrojado. O resultado da competição todo mundo lembra (e lamenta): o fomos derrotados pelo Uruguai em pleno Maracanã lotado, o fiasco ficou conhecido como “maracanazo”.

A partir da Copa de 54, na Suíça, a Seleção já trajava a camisa canarinho, com os conhecidos verde e amarelo. O uniforme reserva já era o azul com detalhes brancos. Na competição, o Brasil caiu diante da Hungria, do craque Puskas, sensação da época. Quatro anos depois, em 58, o primeiro triunfo em um Mundial: o Brasil de Garrincha ganhara da anfitriã Suécia. Embalados, ganhamos a Copa seguinte, em 1962. Alegria da torcida canarinho!

Saltando para a histórica Copa de 70, no México, nos deparamos com aquela que talvez seja a camisa mais marcante de nossa seleção. A amarelinha clássica (que aparece na foto com ninguém menos que o Velho Lobo Zagallo) ficou marcada para sempre na história do futebol. E não era pra menos! Pelé, Jairzinho, Capita… Era um timaço!

Doze anos depois, sofremos uma das maiores decepções quando o assunto é futebol. A Seleção de 1982 tinha tudo para ser campeã, mas por um capricho do destino, caiu diante da Itália. O uniforme já estava mais moderno, apesar de lembrar bastante o da Copa de 70.

Decepções à parte, a vingança veio 12 anos depois. O ano era 1994 e o palco, os Estados Unidos. A Seleção de Carlos Alberto Parreira, liderada pelo baixinho Romário, levantou o caneco e levou a torcida ao delírio. “Acabou! É tetra!” – quanta emoção! E o manto já apresentava muita diferença em relação a tudo o que já tinha sido visto antes. Desde o tecido até o design, aquele uniforme ficou marcado para sempre na memória de todo bom brasileiro.

Como nem só de vitórias é feito o futebol, sofremos três derrotas drásticas nas últimas quatro Copas do Mundo. Nas duas últimas, em 2006 e 2010, a Seleção não convenceu, caindo nas quartas-de-final diante da França e Holanda, respectivamente. Nenhuma derrota é agradável, mas na Copa de 98 a coisa foi feia. A Seleção vinha bem, tinha tudo para trazer a taça para cá, mas por um capricho do destino, perdemos por três a zero para a França de Zidane. As causas daquele “apagão” ainda são discutidas e a camisa usada ficará marcada para sempre em nossas cabeças, mesmo que negativamente.

Mas vencedores que somos, ainda teve o último Mundial que levamos. O título veio oito anos após seu antecessor, na Copa de 2002, com a família Scolari, liderada por Rivaldo e Ronaldo Fenômeno. Aquela competição foi marcada por muitos gols antológicos, como o do craque Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra. Lembrança das boas! A camisa era bem diferente de todas as anteriores, com detalhes laterais, dividindo opiniões. Hoje, quase dez anos depois, essa camisa é idolatrada por todos nós, brasileiros. Deu sorte, né?

Depois de revisitar toda essa história através do uniforme da Seleção, relembrar bons e maus momentos, deixamos uma última camisa para o final. Esta aqui ainda não carrega uma história, mas desde seu lançamento carrega consigo a esperança de mais uma era de títulos e glórias:

Nós também entramos no clima da Copa América e colocamos nosso time em campo para homenagear dois dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Pelé e Garrincha chegaram com fome de gol e botando a torcida para vestir a camisa, seja a tradicional canarinho ou a classuda azul.

Já tirou a vuvuzela do armário? Chamou a galera para engrossar o grito de gol? Então simbora que se depender da torcida essa taça já é nossa!

junho 17, 2011

Os 10 maiores clássicos da MPB para Nicolle Bello

por Vitor em Chico Rei, Música

Sabendo que sou uma grande fã da música brasileira, o pessoal aqui da Chico Rei me fez uma proposta que a mim soou mais como desafio: listar o que seriam, a meu ver, os dez maiores clássicos do som verde e amarelo. Só dez? É tanta coisa boa que a tarefa, ainda que prazerosa, fica difícil!

Antes de começar a citar nomes, queria apenas deixar claro que os mesmos não seguirão uma ordem de preferência, cada um tem uma importância diferente na minha vida e um motivo bem particular e especial para estar presente nessa lista.

Em nossa terra de palmeiras onde cantam não somente sabiás, há também nomes como o do grande mestre Chico Buarque, que com suas composições geniais emociona gente de todas as idades no mundo inteiro. Dispense um minuto de seu dia para ouvir com atenção uma música de Chico! Vale muito a pena! Emoção pura! Pode parecer radicalismo, mas sempre digo que “se você não gosta de Chico, você não o conhece…”


Um amigo de Chico e que se iguala a ele em potência musical é Milton Nascimento. Sempre gostei de sua voz, mas só entendi sua grandeza quando assisti, no fim do ano passado, seu show “E a gente sonhando” no Cine Theatro Central em Juiz de Fora. Ao fim o público aplaudiu de pé por muiiitos minutos até que o cantor decidisse voltar e nos presentear com um bis. Não sei se é mito ou verdade o que contam sobre Elis Regina ter dito que “se Deus cantasse, a voz seria de Milton”, mas, de qualquer forma, faz sentido. (mais…)