maio 4, 2011

Separem os sabres de luz, hoje é dia de Star Wars! \o/

por Vitor em Filmes

Tirem suas fantasias de Stormtrooper do armário ou separem os sabres de luz, hoje é dia de Star Wars. Justamente! Para um bocado de gente ao redor do mundo (do Universo, ora bolas!), hoje, dia 4 de maio, deveria ser feriado interestelar. E não pense que o dia foi escolhido a esmo, porque foram os próprios Jedis que apontaram o caminho. Basta prestar atenção em uma das citações mais famosas da saga para entender: “Que a força esteja com você”. Não entendeu? Pense na frase original, que é “May the force be with you”. Sacou? Isso mesmo! O trecho “May the force” virou “May 4th”, que em português claro nada mais é que “4 de maio”. Magnífico, Padawans!

Mas antes disso um longo caminho foi percorrido. Tudo partiu da mente genial de George Lucas, que havia escrito um roteiro para um filme com seis horas de duração. Com essa história, o visionário obteve um não bem sonoro como resposta, sendo obrigado a dividi-la em seis episódios, dando prioridade aos três últimos, os quais julgava mais interessantes. Na época, George Lucas contava com o apoio de um companheiro ilustre, seu então sócio Francis Ford Coppola, mas isso é apenas curiosidade.

O importante é saber que, quase 34 anos após o lançamento do primeiro volume (Episódio IV, na ordem cronológica) e seis anos depois da chegada do último (Episódio III), a série continua firme e forte, envolta num emaranhado de lendas, boatos e esperança inesgotável por novos lançamentos. Tudo isso graças ao universo fantástico (em todos os melhores sentidos da palavra) desenvolvido minuciosamente por Lucas. E, claro, pela história que, apesar de toda fantasia e “epicidade”, pode ser enxergada como um conto sobre o bem contra o mal, em que a vitória depende da forma como as forças positivas recuperam alguém corrompido pela maldade. Um conceito simples de que somos responsáveis pelas escolhas que fazemos, e que nunca é tarde para recomeçar.

Para dar início às festividades, selecionamos algumas peças que retratam a série de um jeito bem diferente. Afinal, falar que Darth Vader é um dos vilões mais temidos de todos os tempos é redundância. E todo mundo também já está cansado de saber que Luke Skywalker reúne, no bom sentido, todos os clichês dos heróis do cinema. Alguns usuários da grande rede usaram seus dotes artísticos para retratar o universo Star Wars, e como os talentosos estão espalhados aos montes por aí, alguns desses trabalhos são muito bons.

Minimalistas, pinturas a óleo, cartazes poloneses, pixel arte… Tem Star Wars para agradar Jedis e Siths. Confira comigo no replay: (mais…)

abril 28, 2011

Estrelas para sempre – O Museu de Cera eternizando as celebridades

por Amanda Dias em Arte

No início da semana outra celebridade foi parar no famoso museu de cera, ou Museu Madame Tussaud, como realmente é chamado. Dessa vez foi o queridinho do momento Robert Pattison, o vampiro bonzinho e brilhante da saga “Crepúsculo”, que teve o rosto eternizado na filial do museu na Alemanha, para a graça da mulherada.

O museu, com sede principal em Londres, possui a maior coleção de figuras de celebridades e já eternizou milhares de personalidades dos mais diversos ramos, como cinema, futebol e música. Além da alemã, que fica em Berlim, outras filiais estão espalhadas pelo mundo em grandes cidades, como Nova York, Washington, Las Vegas, Hollywood, Amsterdam, Hong Kong e Shanghai. Quem foi garante que a visita vale a pena.

Entre as recentes “aquisições” dos museus estão as estátuas do astro pop Justin Bieber e da escandalosa e talentosa Lady Gaga. Britney SpearsBeatles, Brad e Angelina, além de muitos outros também fazem parte do acervo. As estátuas fazem tanto sucesso que é quase uma lei as pessoas registrarem seu momento ao lado das celebridades. São garantia de risadas as marmotas (no bom sentido) que essa galera faz. Fotos? Tem sim, claro:

E aí, o que acham dessas réplicas? Bizarro ou genial? Nós ainda não sabemos dizer! ;)

 

abril 20, 2011

Pura arte: uma salada de letra, música e design de qualidade

por Vitor em Design, Música

Há pouco tempo falamos aqui no blog sobre um Tumblr um tanto interessante. A ideia dele era bem simples, mas, surpresa à parte, funcionou muito bem. Com o Exaltatumblr descobrimos que existem tantas pérolas do nosso cancioneiro popular quanto belas imagens corriqueiras espalhadas por aí. O grande barato da história foi perceber que, juntos, imagem e letra formavam um par digno de queijo com goiabada. Ou vai falar que você conseguiu alguma vez encontrar poesia em uma letra de tecnobrega? Papou mosca e não viu esse post? Fácil, é só clicar aqui.

A justificativa para todo esse flashback se encontra em mais uma grata surpresa encontrada numa dessas viagens pela internet. O projeto “Draw Me A Song”, assim como o Tumblr citado acima, é simples, mas impressiona pela qualidade artística de suas peças. A ideia consiste em uma série de pôsteres com letras de músicas famosas, dessa vez internacionais, acompanhadas por ilustrações de altíssimo nível. Para quem curte um bom trabalho de design, é um prato cheio. Para os que se amarram em tipografia, presente dos bons. E para os fãs de música então, nem se fala: é cada pôster mais apaixonante que o outro.

Podemos gastar quilômetros de palavras e ainda assim não conseguiremos explicar com mais detalhes o projeto. Esse é um daqueles casos em que uma imagem vale mais que mil palavras. Vamos lá, então, confira com a gente no replay:

(mais…)


A arte urbana não encomendada

por Amanda Dias em Arte

Com certeza você já ouviu falar em grafite, não é? Constantemente confundido com pichação, a arte feita nas ruas ainda sofre muito preconceito e é vítima de distorções em sua cultura, que muitas vezes vai contra o senso comum.

O grafite, junto com seus artistas, os grafiteiros, é a expressão pura e simples da vontade de mudança de alguma situação, seja ela específica ou não. O preconceito é comum no cotidiano dessa galera. Mesmo vistos e apontados como vândalos, muitos grafiteiros são moradores de bairros negligenciados e utilizam-se de construções abandonadas pela sociedade para se expressar. Em outros casos, sobressai a vontade de usar a cidade cinza como tela, apenas para estampar seu traço em algum lugar.

(mais…)

abril 12, 2011

As Pin-Ups de carne e osso

por Vitor em Cultura

Você sabia que as pin-ups, aquelas mulheres perfeitas, literalmente desenhadas, cheias de charme e com a sensualidade beirando a estratosfera, existem desde 1890? Pois é, mesmo com o termo sendo registrado somente em 1941, essas mulheres super sensuais já podiam ser encontradas nas revistas, em desenhos e até passeando pelas ruas há muito mais tempo. É que pin-up também pode se referir a mulheres de verdade que se cobrem de sensualidade, normalmente celebridades. A mais conhecida delas foi Betty Grable.

Mesmo depois de décadas dos anos de glória das “bonequinhas”, elas ainda fazem o maior sucesso, nem sempre como musas, mas com um toque de sensualidade que anda meio perdido nos dias de hoje.

Pois é, vocês acreditam que o criador da maior parte dessas “garotas” usava mulheres de verdade para pintar suas sensuais pin-ups? Isso mesmo, ele usava fotos para a base de suas pinturas e o resultado era indiscutivelmente maravilhoso. E é claro que a curiosidade foi muito grande e conseguimos encontrar algumas comparações entre os desenhos e as musas reais. Bom, digamos que nem todas são tão lindas como as de papel, mas continuam com um charme irresistível.

E só para deixar vocês com água na boca, uma sessão das mais belas pin-ups, reais, do mundo:

Gatas, não é verdade? ;)

Fonte: http://www.ideafixa.com

março 15, 2011

Dica de Rei: Uma combinação diferente de letra, música e imagem

por Vitor em Dicas de Rei, Música

Samba, Rock, Funk, Sertanejo, Rap, Reggae, MPB… Definitivamente o Brasil é um país plural em se tratando de música. É som para agradar a todos. Ou quase isso. Se você gosta de pular e sacudir o esqueleto, tem música para você. Agora, se você prefere viajar escutando ou balançar a cabeça enquanto marca o compasso com os pés, também vai encontrar o som que é a sua cara. Nada mais justo em um país como o nosso, onde é possível encontrar todo tipo de gente ao longo dos nossos mais de 17 milhões de quilômetros quadrados.

Toda essa diversidade está retratada nas letras musicais desses diferentes estilos citados acima. Psicodelia, minimalismo, sarcasmo, sexualidade, trocadilhos e muita ousadia podem ser vistos, ou melhor, escutados nas vozes dos infinitos artistas tupiniquins. Uma verdadeira salada sonora. E por mais esdrúxula que uma letra possa soar, há quem consiga encontrar arte nela. Pelo menos é isso que uma galera da internet pensa. E prova.

O Já Sei Namorar (ou exaltatumblr) vem postando em seu diário online um monte de fotografias no mínimo interessantes. São verdadeiras obras artísticas acompanhadas de pequenos trechos do nosso cancioneiro. Pode acreditar: eles conseguiram encontrar poesia em letras de forró e axé. E nós aqui pensando que ouvir “lapada na rachada” era uma grande ofensa para os ouvidos alheios…

De tão inusitado, acaba que não temos muito o que falar sobre o site. Só mesmo vendo com os próprios olhos para entender. Então confira aí alguns exemplares dessa experiência que nós já consideramos um clássico:

E aí, o que achou? Diferente, mas com requintes de brilhantismo. Quer ver mais? Só clicar aqui.

março 11, 2011

The Simpsons – A mesma abertura em dois pontos de vista

por Vitor em Séries de TV

Quantas aberturas de séries de TV apresentam maior quantidade de referências da própria série em menor espaço de tempo que a dos Simpsons? Apostamos um doce que você pensou bastante e não se lembrou de nenhuma. Pois é. Mesmo depois de 22 temporadas, os minutos iniciais da série continuam divertindo e surpreendendo com seus finais alternativos. A turma de Matt Groening se reinventa a cada episódio, pelo menos na abertura, já que a série não tem o mesmo apelo de anos atrás.

O hype em torno da abertura do desenho é tão grande que não faltam remakes dela rolando pela internet. Entre tantos, dois se destacam. Um é criação do misterioso e (muito) polêmico grafiteiro Banksy. Para quem não conhece, Banksy é um artista britânico muito famoso, apesar de não fazer aparições públicas de “cara limpa”. Suas obras são carregadas de conteúdo social, expondo claramente uma total aversão aos ideais de autoridade e poder. Toda essa anarquia do artista pode ser vista em seus trabalhos, normalmente intervenções de rua, cheias de sarcasmo e um humor bastante ácido. Recentemente, concorreu ao Oscar de melhor documentário com o filme “Exit Through The Gift Shop.

Como não podia deixar de ser, a versão de Banksy para a clássica abertura está impregnada de sarcasmo e protestos, retratando uma realidade um tanto inconveniente:

Outra ótima versão é a live-action, na qual vemos pessoas de verdade, em um ambiente real, fazendo as mesmas coisas que os personagens do desenho. Há alguns anos, quando começaram a surgir rumores que davam como certa a produção de um longa-metragem com a família do Homer, tudo indicava que o filme seria rodado com pessoas de carne e osso. Boato devidamente desmentido. O filme foi uma animação nos moldes tradicionais do desenho e o resultado foi muito bom, por sinal. Então, sem mais delongas, confira como o filme live-action poderia ter sido:

Come Home To The Simpsons from devilfish on Vimeo.

E aí, o que acharam? Será que um filme de mais ou menos duas horas nesse estilo daria certo? Talvez essa seja uma dúvida que vai ser enterrada junto com a humanidade. Sem problemas, afinal, ainda temos o desenho, que ainda garante bons momentos de diversão. Enquanto não chega o próximo episódio inédito, confira duas outras versões (agora estáticas) da família mais famosa do planeta:

Come Home To The Simpsons!

fevereiro 25, 2011

Passado e presente juntos em uma bela série de fotografias

por Vitor em Chico Rei

Um dos maiores estudiosos da imagem, Roland Barthes escreveu em uma de suas várias publicações que “a fotografia reproduz ao infinito o que só ocorreu uma vez: ela repete mecanicamente o que nunca mais poderá repetir-se existencialmente‎”. Mais do que qualquer linguagem falada ou escrita, a fotografia é universal e, provavelmente, uma das formas de expressão mais democráticas e abrangentes.

Tendo em mente o poder de registro instantâneo da fotografia, a artista (sim, porque fotografar também é uma arte) Irina Werning lançou a exposição “Back To The Future”. Nela, Irina tenta se aproximar o máximo possível de registros passados e para isso fotografa os protagonistas deles imitando o vestuário e trejeitos de outrora. O resultado da experiência aproxima-se ao mesmo tempo em que se distancia do que Barthes pregava. “Back To The Future” consegue chegar perto do passado, mas é a prova real de que é impossível reproduzir com 100% de fidelidade aquele momento registrado.

E nada melhor do que ver as imagens para entender tudo o que foi falado acima:

Outras imagens desse interessantíssimo trabalho de Irina Werning podem ser conferidas em seu site. E para prestar uma justa homenagem aos profissionais da arte de fotografar, a Chico Rei lançou uma série de camisetas em parceria com o designer Felipe Tofani. Aproveite!

fevereiro 17, 2011

Arte no rolo de papel higiênico

por Vitor em Curiosidades

Já falamos aqui no blog que reciclagem pode ser uma boa maneira de fazer arte. Seja uma moldura para espelho feita com revistas velhas, réplicas de grandes centros urbanos feitos com peças de computador ou a TroyArt, que faz robôs de mentirinha com material reciclado. Os resultados são sempre surpreendentes e, no mínimo, interessantes. E não para por aí. Tem uma artista fazendo ótimos trabalhos com rolos de papel higiênico.

A francesa Anastassia Elias utiliza papel da mesma cor que os tubos de papelão para construir cenas muito bacanas. A tarefa é minuciosa e podemos imaginar o trabalho que dá para fazer cada uma dessas peças. Após cortar e colar os pequenos detalhes que compõem a cena, Anastassia projeta uma luz sobre os rolos e o efeito de luz e sombra é fantástico. Dê uma olhada aí embaixo em como tudo é feito:

Parece difícil, não? Haja paciência! Veja mais algumas obras da artista:

E tem muito mais no site oficial dela. Cada vez que descobrimos um artista desses, temos a impressão de que nada mais nesse mundo é descartável. Difícil agora é olhar para revistas velhas, computadores usados e rolos de papel higiênico do mesmo jeito que antes. Bom para nós, bom para o planeta.

fevereiro 15, 2011

Exposição revive os filmes de John Hughes, o filósofo da puberdade

por Vitor em Filmes

Falem os críticos o que quiserem, mas uma coisa é certa: John Hughes marcou a história do cinema. Não é por acaso que o cara ficou conhecido como “filósofo da puberdade”, seus filmes retrataram como nenhum outro a melhor fase da vida de um ser humano. Você pode não estar ligando o nome à pessoa, mas com certeza assistiu a um de seus filmes. Como diretor, podemos citar Curtindo a Vida Adoidado, A Malandrinha, Mulher Nota 1000 e Clube dos Cinco, sucessos dos anos 80. Já como roteirista, mais sucessos: Esqueceram de Mim, Beethoven e Férias Frustradas. Agora você sabe de quem estamos falando, não é?

A carreira de Hughes no cinema de entretenimento é incontestável. E agora foi reconhecida em grande estilo. Falecido em 2009, aos 59 anos, o cineasta ganhou nos últimos dias uma exposição à altura de sua filmografia. A ideia partiu da Gallery 1988, famosa galeria de arte da Califórnia, nos States. Eles convidaram vários artistas para criarem obras inspiradas nos filmes de Hughes e o resultado não poderia ser melhor. Confiram algumas delas:

O jogo de tabuleiro é sensacional! E mais: aqueles que gostaram muito das obras podem comprá-las. As originais, como vocês podem imaginar, são bastante caras, mas também existe a possibilidade de adquirir réplicas delas, que nada mais são que pôsteres com as artes impressas (e o preço bem mais acessível). Basta clicar neste link para ver os quadros originais e neste para os pôsteres.

Para nós, resta assistir aos grandes filmes de John Hughes. A diversão é sempre garantida, seja qual for o filme. E se alguém estiver querendo dar uma voltinha em Los Angeles, pode visitar a exposição e contar depois para os meros mortais aqui. Sonhar não custa, não é verdade?