Cartazes de filmes são sempre um bônus para os fãs de cinema. Alguns mais simples outros muito extravagantes, há espaço para todo tipo de gosto. Mas da mesma forma que não se deve julgar um livro pela capa, não crie impressões sobre um filme vendo apenas seu cartaz. Alguns deles chegam a ser bem melhores que os filmes.
Uma tendência que vem ganhando espaço entre os designers é a releitura de cartazes. Com muita criatividade e talento, elas já estão servindo de referência para as distribuidoras dos filmes e os originais estão espelhando-se nas cópias. O conceito mais utilizado ultimamente é o minimalista. Artistas resumem um filme em um único elemento. E é impressionante perceber como a técnica funciona bem.
“Clube da Luta” é um sabonete rosa. Já “O Iluminado” (que é tema de estampa da Chico Rei) resume-se ao carpete do hotel em que a história se passa. Uma faca retrata o clássico do suspense “Psicose”. E quem não pensa em “Forrest Gump” ao ver o já famoso banco em que o protagonista conta suas histórias? E esses são só alguns exemplos. A ideia é muito bacana e o resultado melhor ainda.
Já famosos entre os cinéfilos, os cartazes poloneses também fazem muito sucesso. Durante muito tempo existiu um monopólio estatal da distribuição de filmes na Polônia. Então os artistas gráficos locais eram encarregados de criarem novos cartazes, sem nenhum compromisso com a arte original. Devido ao talento e ousadia, muitos desses trabalhos são expostos em galerias de arte.
Encomendados para promover o BAFTA 2010, prêmio máximo do cinema britânico, os cartazes produzidos pelo artista Tavis Coburn têm uma pegada retrô, que dão um visual muito legal para as peças. É o cinema mais uma vez fazendo escola!
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