
Em clima de eliminatórias da Copa e da suada classificação argentina, hoje nos rendemos a uma homenagem aos jogadores. Reunimos algumas frases célebres, de Garrincha a Romário, que permitem uma reflexão quase filosófica acerca da vida, da bola e da nossa língua portuguesa. Entendam agora por que treino é treino e jogo é jogo.
“Adeus, micrófono.” (Garrincha respondendo ao repórter chileno que pedira “un último adiós para el micrófono”)
“Tenho muito orgulho de jogar aqui na cidade onde Jesus nasceu.” (Claudiomiro referindo-se à cidade de Belém do Pará.)
“Eu não achei nada, mas o Adílio achou um cordão de ouro”. (Nunes respondendo sobre “o que havia achado do jogo” para um repórter de rádio.)
“Clássico é clássico e vice-versa”. Jardel
“Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da Varig…” (Mengálvio referindo-se à sua viagem de volta da Europa.)
“Quando o jogo está tenso minha naftalina sobe.” Jardel de novo!
“É um povo muito hospitalar” (Zanata referindo-se ao povo baiano.)
E para fechar, uma do Romário que nos ajuda a compreender porque nada disso importa: “Quem tem que se preocupar com boa imagem é aparelho de TV”
Sigamos com o Brasileirão…










