Muito falada, a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais ainda está em processo de evolução, principalmente em relação às que tem deficiências visuais e auditivas. Entretanto, mais uma vez a tecnologia se mostra aliada no processo de evolução.
Inspirado em um pesquisador deficiente visual, que se queixava da falta de informações gráficas, o pesquisador Baoxin Li, iniciou seu trabalho no desenvolvimento de um programa que transforma fotografias comuns em imagens que podem ser “vistas” por pessoas com problemas de visão.
O processo usa um algoritmo que captura as linhas essenciais para a percepção de um rosto e forma uma imagem que pode ser impressa em alto relevo. Nem todas as expressões são traduzidas no processo, devido a possibilidade de poluição tátil.

Para que o processo seja completo e traga o resultado esperado, uma impressora tátil, que capta a imagem em menos de um minuto, é usada.
Por enquanto, só rostos têm o resultado esperado, mas estudos já realizam experiências com mapas em alto relevo. Essas impressoras são encontradas somente em instituições especializadas nesse tipo de deficiência.
O resultado de uma inovação como essa é a real inclusão social, em seu sentido cada vez mais amplo. E é assim que a evolução se dará.
Fonte: Revista Galileu










