Tudo começou em um dia como hoje, igualmente 15 de agosto, na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. O ano era 1969, época em que fervilhava o movimento hippie. Ano em que os sentimentos de rebeldia, insatisfação e busca pelo “algo mais” encontravam espaço e aceitação. Era a contracultura que fazia a cabeça de jovens que, também em 1969, conseguiam se encontrar em “Easy Rider”, de Dennis Hopper. Um olhar cético facilmente perceberia que nada daquilo poderia dar certo. Mas no meio daquelas quinhentas mil pessoas não havia espaço para qualquer resquício de ceticismo. Não no Festival de Woodstock. Ali, entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, onde além de paz, amor e música, também estava sendo feita uma parte importante da história da humanidade.
“Havia a música, a ideia de rejeitar o resto do mundo e viver de maneira natural. Havia a cultura das drogas, a posição contra o governo, especificamente sua política para o Vietnã. E tudo se agrupou naquele momento.”, disse o cineasta Martin Scorsese. Também havia lama, muita lama. Graças a uma quantidade inesperada de chuva, a fazenda do novaiorquino Max Yasgur ficou tomada pela lama. Problema? Nenhum! A sujeira foi apenas mais um elemento da festa. Hoje é impossível imaginar o que seria de Woodstock sem aquele lamaçal. Nada seria capaz de atrapalhar o clima do evento. E nada atrapalhou!
O sucesso foi, em partes, inesperado. O grupo de organizadores, encabeçado por Michael Lang, esperava cerca de 200 mil pessoas. No entanto, o planejamento não contava com a adesão de outras 300 mil pessoas, totalizando meio milhão de espectadores. É claro que houve percalços. Com público muito além do previsto, não demorou muito para faltar água potável, alimentos, boas condições de higiene e mais algumas pessoas que não conseguiram, literalmente, “segurar a onda”. Tudo ao ponto de o governo do estado ameaçar mandar a Guarda Nacional terminar o evento, situação que foi prontamente revertida.
Mas no final das contas, quem se importaria com alguns pontos negativos, por mais complexos que fossem? Tinha Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, Janis Joplin, Joe Cocker, The Who, Joan Baez, Crosby, Stills, Nash & Young e muitos outros. Ah, claro… Também tinha Jimi Hendrix! Não tinha Beatles, The Doors e Led Zeppelin, três grandes nomes da época, mas hoje, 42 anos depois, quem se importa?
Todos os problemas e ausências são facilmente esquecidos quando falamos de algo tão grandioso quanto Woodstock. O festival não era apenas música, não era apenas um bando de loucos curtindo, não era apenas a negação ao sistema. Era um ideal de vida, que encontrou o seu lugar em uma das formas mais sinceras de expressão. Naquele microcosmos, tudo era possível. E graças a esses “3 Days Of Peace & Music”, podem ter certeza, o mundo é um lugar diferente. Tudo deu certo. Por isso, vamos celebrar!
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E agora você pode ter um pouco de Woodstock na sua casa!
Homenageando os 42 anos do maior festival de música de todos os tempos, temos uma novidade bacaníssima: todos os pedidos vão levar um pôster exclusivo pra lá de bacana, para todo mundo ter um pouco de paz, amor e boa música em casa. Você não precisa fazer nada, basta comprar suas camisetas da Chico Rei do jeito que já está acostumado e pronto! Um pôster lindão será enviado sem nenhum custo extra. Mas atenção: a tiragem é limitadíssima, então não perca tempo. Garanta já seu ingresso!
Curtiu? Então junte-se a nós nessa festa!













